Acidentes da indústria do petróleo – Prestige 2002

Petroleiro liberiano, mas administrado por uma empresa grega, o petroleiro Prestige foi um dos maiores acidentes causadores de danos ao meio ambiente que se tem notícia.
 
O Prestige fazia a rota Letônia-Gibraltar carregando 77mil toneladas de óleo quando sofreu avarias devido uma forte tempestade a 45km do noroeste da Espanha. No dia 13 de novembro de 2002, após sofrer mais avarias pelas ações das correntes marítimas e tempestades, a tripulação pediu ajuda da Guarda Costeira espanhola, que resgatou todos os tripulantes, porém no mesmo dia as manchas de óleo já começavam a aparecer no mar, e no dia 17 chegaram até as praias espanholas.
 
Mas o desastre estava apenas começando, pois nesse mesmo período o governo espanhol decidiu rebocar o petroleiro, que tinha nada menos do que 26 anos de idade e ao contrário dos petroleiros de hoje, tinha apenas um casco simples. A intenção da operação era de buscar águas mais calmas para o óleo fosse retirado dos tanques com mais segurança, mas não foi bem isso que aconteceu.
 
Durante a operação o Prestige não resistiu e partiu-se em dois, no dia 19 de novembro, afundando no oceânico Atlântico, onde está a 3.500 metros de profundidade, a cerca de 270km da costa da Galícia.
 
Após o acidente, por algumas vezes foi enviado um mini-submarino ao local para verificar a situação dos tanques de óleo, e foi detectado 4 pequenos vazamentos, que iriam contra a expectativa dos especialistas que esperavam o congelamento do óleo devido às baixas temperaturas.

Principais conseqüências
• Foram recolhidas mais de 47mil toneladas de óleo desde que o Prestige afundou.
• Mais de 52mil toneladas de resíduos foram recolhidas do mar.
• Mais de 100mil toneladas de resíduos contaminados foram recolhidos em terra, 79mil na Espanha e 21mil na França.
• O casco do Prestige após 1 ano do acidente, ainda armazenava 13.800 toneladas de óleo.

Possíveis causas do acidente
• Colisão com algum objeto ao flutuar a pouca profundidade.
• Corrosão nos tanques de lastro.
• Acumulação de pequenos danos estruturais no casco devido à utilização como “cisterna intermediária”, com várias barcaças encostadas por toda a embarcação, enquanto esteve em São Petesburgo.


Fonte: Unipeg

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