BOLÍVIA AVALIA CONCEDER ÁREAS PARA EXPLORAÇÃO DE GÁS

A última semana no setor de gás natural começou com a notícia envolvendo a polêmica da Lei do Gás. O cenário otimista esperado com a aprovação da Lei do Gás pelo Congresso, em dezembro de 2008, não deve ocorrer tão cedo. Empresários, analistas e até o governo admitem que o novo marco regulatório do setor só começará a surtir efeitos em quatro a cinco anos, quase uma década depois de o projeto começar a tramitar no Legislativo.

Na semana passada, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, adiantou que iria assinar o texto, o que deve ocorrer esta semana. Mas ainda faltará regulamentá-lo. A Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Planejamento Energético (EPE) precisarão acertar detalhes para a lei ser implementada.

Na quarta-feira, dia 21, a Galp Energia e a Redes Energéticas Nacionais (REN) assinaram um Memorando de Entendimento (Memorando) referente à construção de até quatro cavernas de armazenamento subterrâneo de gás natural na zona de Pombal, mais propriamente na área concessionada do Carriço.

Segundo o comunicado, o Memorando incorpora um conjunto de cláusulas que especificam a colaboração em várias matérias, as quais se estendem desde questões de otimização operacional à construção das quatro novas cavernas, duas para cada empresa, onde se inclui o lançamento de um concurso destinado à realização das empreitadas necessárias para o desenvolvimento do projeto.

Ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia faz anúncio

No dia seguinte, o governo da Bolívia anunciou que estuda conceder à Petrobras novas áreas para a exploração e exportação de hidrocarbonetos, principalmente de gás natural destinado ao gigantesco mercado brasileiro. O anúncio foi feito pelo ministro de Hidrocarbonetos daquele país, Fernando Vincenti, um dia após o embaixador brasileiro na Bolívia, Frederico Cézar de Araujo, confirmar o interesse do Brasil em ampliar os investimentos e aquisições de gás boliviano. "Estamos trabalhando para definir uns 17 novos blocos para projetos de risco com a Petrobras", disse Vincenti.

Por Bruno Hennington
bruno.h@nicomexnoticias.com.br

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