Cadastros do Prominp no estado chegam a 12 mil

O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) já acumula em seu portal cerca de 40 mil currículos de profissionais qualificados de todo o país. Esses dados ficam disponíveis para que mais de 2,5 mil empresas cadastradas, fornecedoras de materiais, equipamentos, componentes e serviços, possam consultar e possivelmente contratar para atuar nos empreendimentos da Petrobras. Em Pernambuco, estima-se que esse número se situe entre 11 mil e 12 mil, contigente que pode ser aproveitado na Refinaria Abreu e Lima, no Polo Petroquímico de Suape ou nos estaleiros.

Os currículos cadastrados pertencem a profissionais treinados ou em treinamento pelo Prominp. São cursos de nível básico, médio, técnico e superior, desenhados conforme as demandas apresentadas - caldeireiros, mecânico ajustador, soldadores de tubulação, inspetores, jatistas, maçariqueiros, engenheiros etc. O curso não significa garantia de emprego, mas quem passa pela qualificação tem mais chances de arranjar trabalho. A empregabilidade média está na casa dos 80%, com carteira assinada.

"O número de currículos cadastrados não reflete exatamente o quantitativo de pessoal disponível, pois muitos conseguem emprego e esquecem de dar baixa no portal. É importante fazer esse controle para sabermos qual a mão de obra que pode ser ofertada", diz o secretário executivo do Prominp Regional e coordenador da Divisão de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Antônio Sotero.

Segundo ele, o desafio é grande. Os empreendimentos não param de chegar a Pernambuco. Exemplo disso é o Estaleiro Promar, contratado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transporte, para construir oito navios gaseiros dentro do seu Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O contrato, de US$ 536 milhões (cerca de R$ 948 milhões, pelo câmbio de ontem), foi assinado no último dia 9. Na construção do empreendimento serão investidos mais R$ 300 milhões.

O Promar, que tem como sócias a STX Brazil Offshore e a PJMR (que também participa do Estaleiro Atlântico Sul), promete gerar mais de 10 mil empregos em Pernambuco, sendo 2,7 mil diretos - 1,2 mil na construção e outros 1,5 mil na operação. "Vamos repetir o mesmo esquema do Atlântico Sul, com reforço escolar de português, matemática e raciocínio lógico. Só depois é que essas pessoas estarão aptas a participar da seleção do Prominp", explica Sotero. Para tanto será feito um diagnóstico escolar. Quem obtiver média igual ou superior a 7 não precisará passar pelo reforço.

Fonte:Diário dePernambuco/Micheline Batista

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