Porto carioca terá terminal de apoio para óleo do pré-sal

A Companhia Docas do Rio vai licitar uma área equivalente a dois terços do terminal público do Porto do Rio de Janeiro para atividades em alto-mar (offshore). A idéia é instalar no local um apoio para embarque de equipamentos e demais cargas destinadas às plataformas de petróleo que vão operar na camada pré-sal da Bacia de Santos, de acordo com o diretor-presidente da companhia, Jorge Luiz de Mello, em entrevista à imprensa hoje nas comemorações do centenário do porto. Segundo ele, a Petrobras já está realizando operações no porto, pagando tarifas portuárias comuns, nos últimos 60 dias, como teste.

- Agora, o Jurídico da Petrobras e o das Docas estão avaliando o lançamento desta licitação, que deve ocorrer nos próximos meses - disse.

De acordo com Mello, a estatal de petróleo movimentou em torno de cinco mil toneladas de cargas nos dois meses de teste, mas o volume “é o menos importante”.

- O valor das máquinas e equipamentos que por ali passam é que são o pesado da operação - avaliou.

Ainda nesta etapa de testes, os suprimentos que estão passando pelo porto do Rio servem para atender a 12 plataformas de perfuração e exploração que estão atuando no pré-sal de Santos. O objetivo é que a área a ser licitada atenda as necessidades de 28 plataformas que vão operar a produção no pré-sal de Santos até 2012. Segundo Mello, não haverá necessidade de remanejamento de cargas para disponibilizar a área.

PAC - O ministro do Esporte, Orlando Silva, assinou hoje um termo aditivo à Matriz de Responsabilidades da Copa 2014 que trata de investimentos em portos e aeroportos. A medida prevê recursos de R$ 5,5 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para aeroportos e de R$ 740,7 milhões para portos.

O ministro destacou que os portos terão papel importante no turismo durante o evento esportivo porque vão permitir que cruzeiros atraquem e ampliem a oferta de leitos temporários. O ministro comentou ainda a assinatura da medida provisória que flexibiliza o limite de endividamento das cidades que vão receber jogos.
- Essa medida provisória não muda a Lei de Responsabilidade Fiscal. Altera outra medida que vai dar condição para que as cidades possam contratar mais financiamentos, o que vai significar mais investimentos, mais capacidade, sobretudo, para o Rio de Janeiro, que vai sediar as Olimpíadas de 2016 - disse.

Fonte: Monitor Mercantil/agência Brasil e Estado

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