A Petrobras divulgou na última semana que alcançou recorde histórico de processamento de refino. Segundo o comunicado, a estatal superou o recorde anterior de 1 milhão e 942 mil e atingiu 2 milhões e 20 mil barris por dia de petróleo em suas refinarias, o que representa um aumento de 4%. A nota da estatal destaca que esse nível de processamento foi possível por conta do aumento da capacidade de referência da Replan que teve suas instalações implementadas após ter ficado parada para manutenção.
Para o especialista em Petróleo e Gás, Emerson dos Santos, esses números podem ser considerados excelentes levando em conta a produção e exploração que o Brasil possui hoje em dia. Segundo Emerson, a capacidade de refino do país ficará melhor ainda com o aumento da produção do pré-sal, visto que será a exploração de óleo leve e de fácil refino, acelerando assim o seu processo. “A outra questão é a procura dos derivados de petróleo que é muito grande, principalmente os de nafta e gasolina aditivada” – disse o especialista em entrevista ao Nicomex Notícias.
Apesar dos números positivos, Emerson dos Santos ressalta que o Brasil deve continuar a melhorar as técnicas necessárias para a produção de refino de petróleo pesado ao passo que possui um alto volume dessa produção. “Só assim evitaremos que 80% deste tipo de petróleo seja exportado a um preço baixo, e precise importar óleo leve já que atualmente, a maioria das nossas unidades estão preparadas somente para refinar óleo pesado” – explicou.
Outra questão que o setor petroquímico nacional precisa se atentar é a qualificação da mão de obra já que o país ainda enfrenta alguns problemas nesse quesito. Um deles, segundo o especialista, é que muitos alunos após a formação acadêmica preferem trabalhar embarcados do que em refinarias isso porque, falta ênfase nas instituições de ensino no que tange os benefícios em trabalhar em uma refinaria de petróleo.
“As refinarias estão cada vez mais em crescimento, porém carente de mão-de-obra qualificada. Isso ocorre, não por falta desses profissionais, mas sim, pelas exigências destas refinarias de contratar somente pessoas com experiência” – disse Emerson, ressaltando que existem vários profissionais do ramo em busca de uma oportunidade, porém, por apenas ter o conhecimento acadêmico, esses são descartados do mercado.
Por Beatriz Silva
beatriz.s@nicomexnoticias.com.br
Para o especialista em Petróleo e Gás, Emerson dos Santos, esses números podem ser considerados excelentes levando em conta a produção e exploração que o Brasil possui hoje em dia. Segundo Emerson, a capacidade de refino do país ficará melhor ainda com o aumento da produção do pré-sal, visto que será a exploração de óleo leve e de fácil refino, acelerando assim o seu processo. “A outra questão é a procura dos derivados de petróleo que é muito grande, principalmente os de nafta e gasolina aditivada” – disse o especialista em entrevista ao Nicomex Notícias.
Apesar dos números positivos, Emerson dos Santos ressalta que o Brasil deve continuar a melhorar as técnicas necessárias para a produção de refino de petróleo pesado ao passo que possui um alto volume dessa produção. “Só assim evitaremos que 80% deste tipo de petróleo seja exportado a um preço baixo, e precise importar óleo leve já que atualmente, a maioria das nossas unidades estão preparadas somente para refinar óleo pesado” – explicou.
Outra questão que o setor petroquímico nacional precisa se atentar é a qualificação da mão de obra já que o país ainda enfrenta alguns problemas nesse quesito. Um deles, segundo o especialista, é que muitos alunos após a formação acadêmica preferem trabalhar embarcados do que em refinarias isso porque, falta ênfase nas instituições de ensino no que tange os benefícios em trabalhar em uma refinaria de petróleo.
“As refinarias estão cada vez mais em crescimento, porém carente de mão-de-obra qualificada. Isso ocorre, não por falta desses profissionais, mas sim, pelas exigências destas refinarias de contratar somente pessoas com experiência” – disse Emerson, ressaltando que existem vários profissionais do ramo em busca de uma oportunidade, porém, por apenas ter o conhecimento acadêmico, esses são descartados do mercado.
Por Beatriz Silva
beatriz.s@nicomexnoticias.com.br








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