Depois de seis meses de negociações, Cosan e Shell assinaram nesta quarta-feira (25/08) contrato para a criação de uma joint venture avaliada em US$ 12 bilhões. A nova companhia será dividida em três empresas: uma de produção de açúcar e etanol e cogeração, outra de distribuição de combustíveis e uma terceira que vai administrar a associação. A criação da empresa ainda depende da aprovação de órgãos reguladores.
A empresa de açúcar e etanol terá participação de 51% das ações com direito de voto por parte da Cosan e 49% por parte da Shell. Na empresa de distribuição, o controle será invertido, 51% da Shell e 49% da Cosan. A empresa de administração terá o capital dividido meio a meio.
A Cosan transferirá todas as suas usinas de etanol, projetos de cogeração de energia e ativos de distribuição e de logística do etanol para a joint venture. A nova empresa também vai incorporar dívida líquida de US$ 2,52 bilhões e passivos de capital de giro, além de dívida adicional de R$ 500 milhões com o BNDES.
A Shell irá repassar à nova empresa seus ativos brasileiros de distribuição e varejo de combustível; de combustível de aviação; e participação nas companhias Iogen e Codexis, que operam em pesquisa e desenvolvimento de combustível de biomassa. O acordo prevê ainda um aporte de caixa de US$ 1,6 bilhão da petroleira.
O Conselho de administração da será composto de seis membros, sendo três da Cosan e igual número da Shell. O presidente do Conselho de Administração da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello assumirá o cargo de presidente na joint venture e as decisões serão tomadas majoritariamente pela maioria simples dos votos dos membros do conselho.
A companhia terá capacidade de produção de 2 bilhões de l de etanol e de comercialização de 18 bilhões de l do combustível anualmente. A nova empresa nasce com uma rede de 4.500 postos de varejo.
Fonte: Energia Hoje
A empresa de açúcar e etanol terá participação de 51% das ações com direito de voto por parte da Cosan e 49% por parte da Shell. Na empresa de distribuição, o controle será invertido, 51% da Shell e 49% da Cosan. A empresa de administração terá o capital dividido meio a meio.
A Cosan transferirá todas as suas usinas de etanol, projetos de cogeração de energia e ativos de distribuição e de logística do etanol para a joint venture. A nova empresa também vai incorporar dívida líquida de US$ 2,52 bilhões e passivos de capital de giro, além de dívida adicional de R$ 500 milhões com o BNDES.
A Shell irá repassar à nova empresa seus ativos brasileiros de distribuição e varejo de combustível; de combustível de aviação; e participação nas companhias Iogen e Codexis, que operam em pesquisa e desenvolvimento de combustível de biomassa. O acordo prevê ainda um aporte de caixa de US$ 1,6 bilhão da petroleira.
O Conselho de administração da será composto de seis membros, sendo três da Cosan e igual número da Shell. O presidente do Conselho de Administração da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello assumirá o cargo de presidente na joint venture e as decisões serão tomadas majoritariamente pela maioria simples dos votos dos membros do conselho.
A companhia terá capacidade de produção de 2 bilhões de l de etanol e de comercialização de 18 bilhões de l do combustível anualmente. A nova empresa nasce com uma rede de 4.500 postos de varejo.
Fonte: Energia Hoje







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