A OGX pretende iniciar em 2012 a produção do bloco exploratório PN-T-68, na Bacia do Parnaíba, onde anunciou nesta quinta-feira (12/8) uma descoberta de gás natural na seção devoniana com a perfuração do poço 1-OGX-16-MA. A petroleira deve investir no projeto entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões, sendo R$ 50 milhões para novas aquisições sísmicas e o afretamento de novas sondas.
A área técnica da empresa ainda aguarda avanços na campanha exploratória para divulgar os volumes precisos. “Provavelmente vamos ter dois a três sondas simultâneas atuando na região”, conta o diretor-presidente da OGX, Paulo Mendonça. A empresa planeja pelo menos 15 novos poços para completar a campanha. Inicialmente, era projetada a perfuração de cinco poços na região.
Dados sísmicos da região já identificaram a presença de até 20 novos prospectos, onde a OGX Maranhão detém sete blocos. Até agora a companhia investiu R$ 59 milhões em sísmicas 2D e 3D na bacia.
O prospecto, batizado como Califórnia, foi perfurado até a profundidade de 1.654 m, onde foi detectada a presença de gás. Testes de formação foram realizados e identificaram a pressão de até 1.900 psi de pressão na superfície. A área está a 260 km da capital São Luiz (MA).
A sonda QG-1, da Queiroz Galvão, é a responsável pela perfuração que se iniciou no dia 5 de julho. Segundo o presidente do Conselho de Administração da OGX, Eike Batista, as atividades de exploração no poço 1-OGX-16-MA apresentaram resultados oito vezes maiores que o esperado. Ao todo, a vazão registrada na campanha foi de 400 mil m³/d, quando o esperado era de 50 mil m³/d. “Para se ter uma ideia da dimensão da descoberta, a queima do gás no poço gerou a uma chama de aproximadamente 15 m. Em Juruá, a chama dera de 3 m”, explica.
A produção deverá ser destinada para as térmicas da MPX e indústrias da região. Por conta da descoberta, a companhia de energia elétrica do grupo EBX vai ampliar seus projetos previstos no Maranhão dos atuais 1.863 MW para 3.963 MW, em investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. As usinas serão construídas em cima dos reservatórios para facilitar a logística de transporte do gás.
O bloco PN-T-68 é operado pela OGX Maranhão, sociedade formada por pela OGX (66,66%) e MPX (33,33%), que possui 70% de participação no bloco. A Petra Energia detém os 30% restantes.
Otimismo com toda a Bacia
O otimismo da empresa com a Bacia do Parnaíba é grande. Na avaliação da empresa, a bacia deve apresentar reservas da ordem de 10 trilhões a 15 trilhões de pés cúbicos de gás, que permitiriam sustentar uma produção de 15 milhões de m³/d por 40 anos, projetou Batista. “Esse é o início da abertura de uma nova província não só de gás, como condensados e óleo”, conta Batista.
Fonte: EnergiaHoje
A área técnica da empresa ainda aguarda avanços na campanha exploratória para divulgar os volumes precisos. “Provavelmente vamos ter dois a três sondas simultâneas atuando na região”, conta o diretor-presidente da OGX, Paulo Mendonça. A empresa planeja pelo menos 15 novos poços para completar a campanha. Inicialmente, era projetada a perfuração de cinco poços na região.
Dados sísmicos da região já identificaram a presença de até 20 novos prospectos, onde a OGX Maranhão detém sete blocos. Até agora a companhia investiu R$ 59 milhões em sísmicas 2D e 3D na bacia.
O prospecto, batizado como Califórnia, foi perfurado até a profundidade de 1.654 m, onde foi detectada a presença de gás. Testes de formação foram realizados e identificaram a pressão de até 1.900 psi de pressão na superfície. A área está a 260 km da capital São Luiz (MA).
A sonda QG-1, da Queiroz Galvão, é a responsável pela perfuração que se iniciou no dia 5 de julho. Segundo o presidente do Conselho de Administração da OGX, Eike Batista, as atividades de exploração no poço 1-OGX-16-MA apresentaram resultados oito vezes maiores que o esperado. Ao todo, a vazão registrada na campanha foi de 400 mil m³/d, quando o esperado era de 50 mil m³/d. “Para se ter uma ideia da dimensão da descoberta, a queima do gás no poço gerou a uma chama de aproximadamente 15 m. Em Juruá, a chama dera de 3 m”, explica.
A produção deverá ser destinada para as térmicas da MPX e indústrias da região. Por conta da descoberta, a companhia de energia elétrica do grupo EBX vai ampliar seus projetos previstos no Maranhão dos atuais 1.863 MW para 3.963 MW, em investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. As usinas serão construídas em cima dos reservatórios para facilitar a logística de transporte do gás.
O bloco PN-T-68 é operado pela OGX Maranhão, sociedade formada por pela OGX (66,66%) e MPX (33,33%), que possui 70% de participação no bloco. A Petra Energia detém os 30% restantes.
Otimismo com toda a Bacia
O otimismo da empresa com a Bacia do Parnaíba é grande. Na avaliação da empresa, a bacia deve apresentar reservas da ordem de 10 trilhões a 15 trilhões de pés cúbicos de gás, que permitiriam sustentar uma produção de 15 milhões de m³/d por 40 anos, projetou Batista. “Esse é o início da abertura de uma nova província não só de gás, como condensados e óleo”, conta Batista.
Fonte: EnergiaHoje







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