As descobertas na camada pré-sal não têm motivado apenas investimentos na infraestrutura e na logística que cerca a atividade de exploração de petróleo em si. Muitas empresas estrangeiras que atuam no setor estão voltando suas atenções para o Brasil justamente pelo fato de as águas ultra-profundas apresentarem grandes desafios tecnológicos para serem superados. Por isso, cresce o número de companhias que estão instalando centros de pesquisa no país.
Como não poderia deixar de ser, a Petrobras surge como o grande exemplo de inovação tecnológica nacional, amparada pela sua atuação no pré-sal. A estatal investe cerca de R$ 1,5 bilhão nessa área, por ano, e figura no 41° lugar na lista das empresas mais inovadoras do mundo em 2009, segundo ranking da empresa de consultoria Boston Consulting Group, sendo a primeira da América do Sul a fazer parte dessa seleção.
Baseadas nessas credenciais, as empresas estrangeiras, ao aportar no Brasil, procuram se aproximar o máximo possível da Petrobras. Prova disso, é o local escolhido por companhias do calibre das americanas Baker Hughes e FMC, e da franco-americana Schlumberger, para instalar seus centros de pesquisa. Todas essas multinacionais decidiram fincar seus pés no Centro Tecnológico da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ), local onde também funciona o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). Usiminas, que também irá para o CT-UFRJ, Baker Hughes e Schlumberger, juntas ocuparão uma área de mais de 15 mil metros quadrados e investirão R$ 131 milhões em tecnologia.
Esse movimento em direção ao Brasil e a disposição para investir em projetos de pesquisa demonstra que as empresas estrangeiras acreditam na viabilidade do pré-sal, uma vez que conquistar terreno no campo de tecnologia agora pode significar bons contratos no futuro próximo, quando as reservas estiverem produzindo a pleno vapor. A IBM é mais um exemplo de grande empresa que pretende unir forças com o Brasil, motivada pela credibilidade da Petrobras. “Tenho de ter um núcleo no Rio, perto da Petrobras”, diz o cientista chefe da IBM Brasil, Fábio Gandour, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Cenário atraente
Além do pré-sal, que atrai investimentos mais segmentados no setor de petróleo, o Brasil atravessa um momento de bons ventos para a economia, que aliado à realização de grandes eventos esportivos – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 – criam um cenário rico em oportunidades. Dessa maneira, cresce a presença de capital estrangeiro na participação de obras de infraestrutura para atender à demanda brasileira, além de aumentar o campo para que, tanto empresas internacionais quanto locais, busquem soluções inovadoras e invistam em tecnologia para competir nesse mercado promissor.
Nicomex Notícias – Redação
nicomex@nicomex.com.br
Como não poderia deixar de ser, a Petrobras surge como o grande exemplo de inovação tecnológica nacional, amparada pela sua atuação no pré-sal. A estatal investe cerca de R$ 1,5 bilhão nessa área, por ano, e figura no 41° lugar na lista das empresas mais inovadoras do mundo em 2009, segundo ranking da empresa de consultoria Boston Consulting Group, sendo a primeira da América do Sul a fazer parte dessa seleção.
Baseadas nessas credenciais, as empresas estrangeiras, ao aportar no Brasil, procuram se aproximar o máximo possível da Petrobras. Prova disso, é o local escolhido por companhias do calibre das americanas Baker Hughes e FMC, e da franco-americana Schlumberger, para instalar seus centros de pesquisa. Todas essas multinacionais decidiram fincar seus pés no Centro Tecnológico da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ), local onde também funciona o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). Usiminas, que também irá para o CT-UFRJ, Baker Hughes e Schlumberger, juntas ocuparão uma área de mais de 15 mil metros quadrados e investirão R$ 131 milhões em tecnologia.
Esse movimento em direção ao Brasil e a disposição para investir em projetos de pesquisa demonstra que as empresas estrangeiras acreditam na viabilidade do pré-sal, uma vez que conquistar terreno no campo de tecnologia agora pode significar bons contratos no futuro próximo, quando as reservas estiverem produzindo a pleno vapor. A IBM é mais um exemplo de grande empresa que pretende unir forças com o Brasil, motivada pela credibilidade da Petrobras. “Tenho de ter um núcleo no Rio, perto da Petrobras”, diz o cientista chefe da IBM Brasil, Fábio Gandour, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Cenário atraente
Além do pré-sal, que atrai investimentos mais segmentados no setor de petróleo, o Brasil atravessa um momento de bons ventos para a economia, que aliado à realização de grandes eventos esportivos – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 – criam um cenário rico em oportunidades. Dessa maneira, cresce a presença de capital estrangeiro na participação de obras de infraestrutura para atender à demanda brasileira, além de aumentar o campo para que, tanto empresas internacionais quanto locais, busquem soluções inovadoras e invistam em tecnologia para competir nesse mercado promissor.
Nicomex Notícias – Redação
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