No começo da última semana o secretário de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, Julio Bueno, afirmou que a descentralização da indústria naval brasileira pode torná-la menos competitiva internacionalmente e defendeu a concentração de investimentos no estado Fluminense. “Me parece mais adequado reunir os investimentos da indústria naval em pólos de arranjos produtivos em uma determinada região”, afirmou o secretário.
Na avaliação de Bueno, o setor passa por um importante momento de recuperação e o Rio deve aproveitá-lo. “O rio é um núcleo. Cerca de 50% da indústria naval está aqui”, afirmou em palestra no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). O secretário, porém, admitiu que há falta de mão de obra e de fornecimento de energia no Estado, mas garantiu que esses problemas estão sendo solucionados.
Na quarta-feira, dia 18, ainda no Rio de Janeiro, o sindicato de metalúrgicos de Niterói se posicionou a respeito do navio de bandeira panamenha que explodiu no último dia 3, no Estaleiro Enavi/Renave, na ilha do Viana, deixando dois operários mortos e pelo menos oito feridos. Embora o laudo da perícia não tenha sido concluído, o sindicato diz não ter dúvidas de que a falta de segurança no trabalho foi a causa do acidente. Seguindo acordo entre estaleiro, sindicato e Ministério do Trabalho, a partir de agora serão feitas vistorias a cada cinco dias no Enavi/Renave.
Na quinta, dia 19, a OSX, que atua em construção e afretamento de unidades de exploração e produção de petróleo, obteve um financiamento de US$ 420 milhões com um grupo de bancos para a construção da primeira plataforma da OGX. O empréstimo terá prazo de oito anos e meio. Caçula do Grupo EBX, a OSX captou quase R$ 3 bilhões com uma oferta inicial na Bovespa esse ano. A primeira plataforma da OGX foi orçada em US$ 600 milhões, com capacidade de produzir 100 mil barris diários e com previsão de chegada ao Brasil para meados de 2011. Já a segunda plataforma, que está em processo de licitação, será maior e provavelmente mais cara.
Por Hebert Hungria
hebert.hungria@nicomexnoticias.com.br
Na avaliação de Bueno, o setor passa por um importante momento de recuperação e o Rio deve aproveitá-lo. “O rio é um núcleo. Cerca de 50% da indústria naval está aqui”, afirmou em palestra no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). O secretário, porém, admitiu que há falta de mão de obra e de fornecimento de energia no Estado, mas garantiu que esses problemas estão sendo solucionados.
Na quarta-feira, dia 18, ainda no Rio de Janeiro, o sindicato de metalúrgicos de Niterói se posicionou a respeito do navio de bandeira panamenha que explodiu no último dia 3, no Estaleiro Enavi/Renave, na ilha do Viana, deixando dois operários mortos e pelo menos oito feridos. Embora o laudo da perícia não tenha sido concluído, o sindicato diz não ter dúvidas de que a falta de segurança no trabalho foi a causa do acidente. Seguindo acordo entre estaleiro, sindicato e Ministério do Trabalho, a partir de agora serão feitas vistorias a cada cinco dias no Enavi/Renave.
Na quinta, dia 19, a OSX, que atua em construção e afretamento de unidades de exploração e produção de petróleo, obteve um financiamento de US$ 420 milhões com um grupo de bancos para a construção da primeira plataforma da OGX. O empréstimo terá prazo de oito anos e meio. Caçula do Grupo EBX, a OSX captou quase R$ 3 bilhões com uma oferta inicial na Bovespa esse ano. A primeira plataforma da OGX foi orçada em US$ 600 milhões, com capacidade de produzir 100 mil barris diários e com previsão de chegada ao Brasil para meados de 2011. Já a segunda plataforma, que está em processo de licitação, será maior e provavelmente mais cara.
Por Hebert Hungria
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