A exemplo da Repsol e da Shell, a portuguesa Galp encontrou os meios para se capitalizar e investir no pré-sal. Quem garante é o diretor de Exploração da companhia, Rui Baptista, que preferiu não esclarecer se seguirá os caminhos das companhias já citadas - ambas em processo de abertura de capital. Parceira da Petrobras nos campos de Tupi e Júpiter, a Galp está acompanhando de perto o processo de desenvolvimento das áreas.
"Cada vez está mais difícil e mais caro encontrar petróleo no mundo e nós estamos preparados para seguir em busca deste óleo", comentou, em entrevista após participar de painel sobre conhecimento e tecnologia na atividade exploratória.
Baptista diz que a companhia portuguesa não tem temores quanto à possibilidade da estatal brasileira priorizar o desenvolvimento de áreas recebidas na cessão onerosa em detrimento ao cronograma previsto para as áreas já sob sua concessão. "Já ouvimos falar muito neste temor, mas pelo menos nós não temos medo de nada. Estamos confiantes na manutenção do cronograma", disse. (AE)
Fonte: Monitor Mercantil







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