Petroleiros e apoiadores completam 28 dias e noites acampados no acorrentamento que ocupa a porta do Edise, Edifício Sede da Petrobrás, no Centro do Rio. O movimento luta pelo fim da discriminação contra os aposentados, a extensão para toda a categoria do reajuste concedido aos executivos, o pagamento da “Periculosidade para valer”, entre outras pautas dos petroleiros. O livro de apoio do movimento já conta com 513 assinaturas de apoio.
O demitido da Petrobrás Flávio da Silva Azevedo, que fazia parte do rodízio dos acorrentados na tarde de hoje (06/09) destacou o porquê de fazer parte desta “Corrente da Justiça”: “Estamos aqui por entender que a negociação do ACT pode garantir também a reintegração dos demitidos políticos da Petrobrás. A mobilização pode nos ajudar a estar na mesa de negociação com o RH”.
Também esteve acorrentado nesta tarde o companheiro Adimar Alves do Santos, do Movimento Favelania. Apesar de não fazer parte da categoria petroleira, ele destacou a necessidade de, como trabalhador, apoiar o movimento dos outros trabalhadores para garantir uma sociedade mais justa.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias








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