Trabalhadores, ligados a várias centrais sindicais, mas também estudantes e militantes de diversos movimentos sociais realizaram na quinta, 21, uma passeata que reuniu milhares de pessoas no centro do Rio, contra o retrocesso e as privatizações. Os manifestantes afirmavam que a pior das opções, no dia 31, está representada pela candidatura tucana.
Serra foi o mentor das privatizações nos governos de Fernando Henrique Cardoso e tirou nota 3,7 – portanto, foi reprovado – segundo a avaliação do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) - nos projetos que envolviam os direitos dos trabalhadores, durante a Constituinte.
Desde as 15 horas começaram a se concentrar na Candelária caravanas de petroleiros, metalúrgicos, trabalhadores do campo e dezenas de outras categorias. A marcha seguiu pelo tradicional circuito dos movimentos sociais, descendo a Avenida Rio Branco. Mas, desta vez, o ápice do ato não aconteceu na Cinelândia. A passeata seguiu até a porta da Petrobrás, culminando com um abraço à empresa-símbolo da resistência nacional, contra o entreguismo e a privatização.
O secretário-geral do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, fez referência aos trabalhadores sem terra, do MST, que estarão acampados em frente à Petrobrás até a próxima sexta-feira, alertando para o risco que representaria para as classes populares um eventual governo tucano, que tem como principal aliado o DEM, ambos partidos das elites.
Desde as 15 horas começaram a se concentrar na Candelária caravanas de petroleiros, metalúrgicos, trabalhadores do campo e dezenas de outras categorias. A marcha seguiu pelo tradicional circuito dos movimentos sociais, descendo a Avenida Rio Branco. Mas, desta vez, o ápice do ato não aconteceu na Cinelândia. A passeata seguiu até a porta da Petrobrás, culminando com um abraço à empresa-símbolo da resistência nacional, contra o entreguismo e a privatização.
O secretário-geral do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, fez referência aos trabalhadores sem terra, do MST, que estarão acampados em frente à Petrobrás até a próxima sexta-feira, alertando para o risco que representaria para as classes populares um eventual governo tucano, que tem como principal aliado o DEM, ambos partidos das elites.
Fonte: APN







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