O Brasil passou a contar desde agosto com mais uma fonte de fornecimento de GNL, o Catar. Com a importação do país árabe, a Petrobras amplia seu leque de parceiros comerciais, que desde a inauguração do terminal de regaseificação de Pecém, em 2008, se resumia a Nigéria e Trinidad & Tobago.
De acordo com o último Boletim de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do MME, relativo ao mês de agosto, o Brasil comprou do Catar 144, 2 mil m3 de gás liquefeito, volume destinado ao terminal da Baía de Guanabara. No mesmo mês, foram importados, ainda, 660 mil m3 da Nigéria e 122,9 mil m3 de Trinidad & Tobago. O preço do GNL do Catar ficou em US$ 6,26 o MMBTU, valor compatível com os preços do gás nigeriano (entre US$ 6,03 e US$ 6,73) e de Trinidad & Tobago (US$ 7,61).
O início da relação comercial de GNL com o Catar coincide com o aumento da demanda termelétrica, em virtude do período de estiagem. De acordo com o MME, as térmicas consumiram em agosto 23,9 milhões de m3/d, 10,8 milhões de m3/d em relação ao mês anterior, o que levou a Petrobras buscar mais GNL no mercado internacional para suprir a demanda volátil do setor.
Por causa do período de estiagem, nos meses de agosto e setembro, a Petrobras tem sido obrigada a aumentar a oferta de gás e, para isso, tem optado pelo gás importado, mais barato. Somando o GNL e o gás boliviano, as importações têm respondido por cerca de 60% da oferta total de gás. De acordo como o MME, o m3 do gás importado vendido pela Petrobras às distribuidoras tem variado de entre R$ 0,4917 e R$ 0,5574, enquanto o nacional, entre R$ 0,6637 e R$ 0,6834.
Fonte: Energia Hoje
De acordo com o último Boletim de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do MME, relativo ao mês de agosto, o Brasil comprou do Catar 144, 2 mil m3 de gás liquefeito, volume destinado ao terminal da Baía de Guanabara. No mesmo mês, foram importados, ainda, 660 mil m3 da Nigéria e 122,9 mil m3 de Trinidad & Tobago. O preço do GNL do Catar ficou em US$ 6,26 o MMBTU, valor compatível com os preços do gás nigeriano (entre US$ 6,03 e US$ 6,73) e de Trinidad & Tobago (US$ 7,61).
O início da relação comercial de GNL com o Catar coincide com o aumento da demanda termelétrica, em virtude do período de estiagem. De acordo com o MME, as térmicas consumiram em agosto 23,9 milhões de m3/d, 10,8 milhões de m3/d em relação ao mês anterior, o que levou a Petrobras buscar mais GNL no mercado internacional para suprir a demanda volátil do setor.
Por causa do período de estiagem, nos meses de agosto e setembro, a Petrobras tem sido obrigada a aumentar a oferta de gás e, para isso, tem optado pelo gás importado, mais barato. Somando o GNL e o gás boliviano, as importações têm respondido por cerca de 60% da oferta total de gás. De acordo como o MME, o m3 do gás importado vendido pela Petrobras às distribuidoras tem variado de entre R$ 0,4917 e R$ 0,5574, enquanto o nacional, entre R$ 0,6637 e R$ 0,6834.
Fonte: Energia Hoje








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