A última semana do pré-sal começou com um anúncio que ganhou ares políticos, em meio à proximidade do segundo turno das eleições presidenciais. Na última terça-feira, dia 19, os jornais trouxeram a informação de que as operações comerciais no Campo de Tupi, na camada do pré-sal, devem começar nos dias 27 e 28 deste mês, portanto, às vésperas da votação do dia 31. O anúncio foi feito pelo presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, por ocasião da inauguração de novas unidades da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). A partir do início da exploração comercial, a extração pode chegar a 100 mil barris por dia.
No dia seguinte, quarta-feira (20), foi noticiado que o nível de alavancagem (medido pela relação entre dívida líquida sobre a soma de dívida líquida e patrimônio líquido) da Petrobras deve cair para 18%, após a conclusão do processo de capitalização da empresa. A avaliação foi feita por Gabrielli, que destacou o fato de que, ao final do período de 2010 a 2014, no qual a estatal prevê aporte de US$ 224 bilhões, a alavancagem pode alcançar 30%.
A licitação da Petrobras de sondas para o pré-sal foi o assunto dominante nas manchetes relacionadas ao setor, na quinta-feira, dia 21. Com conclusão prevista para o dia 3 de novembro, a disputa pela construção de 28 sondas, em encomenda de cerca de US$ 30 bilhões, enfrenta um impasse. O motivo é a exigência da estatal por licença ambiental prévia emitida pelo Ibama para estaleiros novos e de licença de operação aos já existentes.
Com isso, estaleiros como os programados para Alagoas (Eisa), Espírito Santo (Jurong) e Rio de Janeiro (Alusa/Galvão), que possuem apenas licença de instalação junto a departamento estadual, estão fora do padrão. As exceções são o estaleiro projetado para ser construído na Bahia pelo consórcio formado entre os grupos Odebrecht e OAS e o Atlântico Sul (EAS), que já opera no Porto de Suape. Os mais antigos estão prejudicados pelo fato de terem licenciamentos anteriores à atual legislação ambiental. Sobre o assunto, o diretor da Área de Serviços da Petrobras, Renato Duque, afirmou que as especificações já estavam previstas no edital da licitação.
Pesquisa
Ainda na quinta-feira, dia 21, estimativa de Florisval Carvalho, superintendente de Planejamento e Desenvolvimento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), noticiada nos jornais deram conta de que valor de investimentos em pesquisa e desenvolvimento deverá dobrar até 2017. Com isso, o montante deve alcançar cerca de R$ 1,5 bilhão com o início da produção do petróleo do pré-sal, uma vez que a quantia é obrigatória nos contratos de concessão das petrolíferas que operam no Brasil. “Tupi, com uma produção de 100 mil barris ao dia, é considerado um campo de alta produtividade e, dessa forma, deve pagar, além dos royalties, a participação especial, encargo este que deve ter 1% revertido às pesquisas para a indústria do petróleo e gás”, exemplificou o executivo.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
A licitação da Petrobras de sondas para o pré-sal foi o assunto dominante nas manchetes relacionadas ao setor, na quinta-feira, dia 21. Com conclusão prevista para o dia 3 de novembro, a disputa pela construção de 28 sondas, em encomenda de cerca de US$ 30 bilhões, enfrenta um impasse. O motivo é a exigência da estatal por licença ambiental prévia emitida pelo Ibama para estaleiros novos e de licença de operação aos já existentes.
Com isso, estaleiros como os programados para Alagoas (Eisa), Espírito Santo (Jurong) e Rio de Janeiro (Alusa/Galvão), que possuem apenas licença de instalação junto a departamento estadual, estão fora do padrão. As exceções são o estaleiro projetado para ser construído na Bahia pelo consórcio formado entre os grupos Odebrecht e OAS e o Atlântico Sul (EAS), que já opera no Porto de Suape. Os mais antigos estão prejudicados pelo fato de terem licenciamentos anteriores à atual legislação ambiental. Sobre o assunto, o diretor da Área de Serviços da Petrobras, Renato Duque, afirmou que as especificações já estavam previstas no edital da licitação.
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Ainda na quinta-feira, dia 21, estimativa de Florisval Carvalho, superintendente de Planejamento e Desenvolvimento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), noticiada nos jornais deram conta de que valor de investimentos em pesquisa e desenvolvimento deverá dobrar até 2017. Com isso, o montante deve alcançar cerca de R$ 1,5 bilhão com o início da produção do petróleo do pré-sal, uma vez que a quantia é obrigatória nos contratos de concessão das petrolíferas que operam no Brasil. “Tupi, com uma produção de 100 mil barris ao dia, é considerado um campo de alta produtividade e, dessa forma, deve pagar, além dos royalties, a participação especial, encargo este que deve ter 1% revertido às pesquisas para a indústria do petróleo e gás”, exemplificou o executivo.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
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