O fato de a estatal venezuelana de petróleo PDVSA estar passando por dificuldades financeiras não impede sua participação na Sociedade de Propósito Específico (SPE) da Refinaria Abreu e Lima. A garantia foi dada, ontem, pelo presidente da unidade de refino, Marcelino Guedes, em entrevista concedida à Folha de Pernambuco. “A situação da estatal não interferirá no cronograma traçado anteriormente. Só estamos aguardando a resposta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que está buscando soluções para o financiamento que compete à PDVSA. A petrolífera continua no projeto e a obra está sendo tocada, já estamos na última etapa”, afirmou.
Na última quarta-feira foi divulgado que a PDVSA deverá emitir nas próximas semanas US$ 3 bilhões em bônus com vencimento em 2017. O montante será usado para o plano de investimentos deste ano e, provavelmente, para arcar com os prejuízos obtidos com a queda de produção e de refino. Desta forma, ficaria difícil sobrar recursos para investir em novos negócios, incluindo a Refinaria Abreu e Lima.
A obra é a planta mais cara da história do Estado e irá gerar 15 mil empregos no pico da construção e 1,5 mil na administração. A produção está estimada em 230 mil barris por dia, dos quais 70% serão transformadas em óleo diesel.
A previsão é de que o empreendimento comece a operar no primeiro semestre de 2013. Ainda não há confirmação sobre o valor total do investimento, já que a Petrobras não justificou o aumento no volume dos recursos depois de ter decidido diminuir os valores contratuais que foram rediscutidos com as empresas escolhidas para construir e montar a refinaria. A previsão é de que o montante fique entre R$ 23 bilhões e R$ 26,75 bilhões. Do total aplicado, a PDVSA entra com os 40% (R$ 9,8 bilhões) e a Petrobras com os outros 60%.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)/JAMILLE COELHO
A obra é a planta mais cara da história do Estado e irá gerar 15 mil empregos no pico da construção e 1,5 mil na administração. A produção está estimada em 230 mil barris por dia, dos quais 70% serão transformadas em óleo diesel.
A previsão é de que o empreendimento comece a operar no primeiro semestre de 2013. Ainda não há confirmação sobre o valor total do investimento, já que a Petrobras não justificou o aumento no volume dos recursos depois de ter decidido diminuir os valores contratuais que foram rediscutidos com as empresas escolhidas para construir e montar a refinaria. A previsão é de que o montante fique entre R$ 23 bilhões e R$ 26,75 bilhões. Do total aplicado, a PDVSA entra com os 40% (R$ 9,8 bilhões) e a Petrobras com os outros 60%.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)/JAMILLE COELHO







0 comentários:
Postar um comentário