O setor de transporte está diretamente ligado ao desenvolvimento econômico e social de um estado afinal, de maneira direta ou indireta, toda sociedade depende desse serviço. O problema está no fato de que a grande maioria desses meios de transportes utilizam como fonte de energia combustíveis fósseis, tais como gasolina e óleo diesel, elementos que lançam na atmosfera grande quantidade de gases tóxicos. Tentando solucionar esse problema, países desenvolvidos têm modernizado seus sistemas de transporte, tornando-os mais eficazes e sustentáveis.
Soma-se aos danos ambientais, como aumento do efeito estufa, o crescimento vertiginoso na piora de qualidade de vida da sociedade, com um número crescente de pessoas apresentando problemas respiratórios devido à poluição do ar. Assim, modificar este panorama passou a ser um desafio, que para ser vencido, precisa ser abraçado por toda a sociedade. Já que não há como abster dos meios de transporte, é preciso encontrar outras saídas para que os impactos ao meio ambiente sejam diminuídos.
Seguindo este movimento de tentativa de preservação ao meio ambiente, a Secretaria de Transportes do Estado do Rio iniciou na última quarta-feira, dia 20, a primeira etapa de um seminário envolvendo 27 prefeituras do Estado, sendo 15 da região metropolitana e 12 do interior. A idéia do encontro é iniciar a elaboração de um Plano Diretor de Transporte Não Motorizado, que impulsione principalmente a adesão da sociedade à bicicletas. O objetivo do governo estadual é ouvir de cada prefeitura quais são suas demandas, idéias e projetos para melhorar a mobilidade urbana para pedestres e ciclistas.
“Depois de ser o primeiro estado do Brasil a utilizar biodiesel na frota de ônibus, o Rio será o primeiro também a ter um Plano Diretor de Transporte Não Motorizado, o que confirma a vocação do estado na busca por um transporte sustentável e melhora da mobilidade urbana. A meta do Governo do Estado é aumentar significativamente a utilização de bicicletas em todas as cidades do Rio de Janeiro, seguindo uma tendência mundial e crescente”, comentou o secretário estadual de Transportes, Sebastião Rodrigues, responsável por conduzir o seminário.
A idéia, que começa a tomar forma agora, foi criada ainda em 2008, quando o governo fluminense lançou o programa Rio Estado da Bicicleta, que previa a implantação de mil quilômetros de ciclovias em todo território estadual. Responsáveis por fazer o programa sair do papel, o vice-prefeito do Rio e secretário de Meio Ambiente da capital, Carlos Alberto Muniz, e o subsecretário Altamirando Moraes, participaram do seminário, explicando aos prefeitos dos 27 municípios a importância do projeto.
Nicomex Notícias – Redação
nicomex@nicomex.com.br
Seguindo este movimento de tentativa de preservação ao meio ambiente, a Secretaria de Transportes do Estado do Rio iniciou na última quarta-feira, dia 20, a primeira etapa de um seminário envolvendo 27 prefeituras do Estado, sendo 15 da região metropolitana e 12 do interior. A idéia do encontro é iniciar a elaboração de um Plano Diretor de Transporte Não Motorizado, que impulsione principalmente a adesão da sociedade à bicicletas. O objetivo do governo estadual é ouvir de cada prefeitura quais são suas demandas, idéias e projetos para melhorar a mobilidade urbana para pedestres e ciclistas.
“Depois de ser o primeiro estado do Brasil a utilizar biodiesel na frota de ônibus, o Rio será o primeiro também a ter um Plano Diretor de Transporte Não Motorizado, o que confirma a vocação do estado na busca por um transporte sustentável e melhora da mobilidade urbana. A meta do Governo do Estado é aumentar significativamente a utilização de bicicletas em todas as cidades do Rio de Janeiro, seguindo uma tendência mundial e crescente”, comentou o secretário estadual de Transportes, Sebastião Rodrigues, responsável por conduzir o seminário.
A idéia, que começa a tomar forma agora, foi criada ainda em 2008, quando o governo fluminense lançou o programa Rio Estado da Bicicleta, que previa a implantação de mil quilômetros de ciclovias em todo território estadual. Responsáveis por fazer o programa sair do papel, o vice-prefeito do Rio e secretário de Meio Ambiente da capital, Carlos Alberto Muniz, e o subsecretário Altamirando Moraes, participaram do seminário, explicando aos prefeitos dos 27 municípios a importância do projeto.
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