A Petrobras informa que a perfuração do primeiro poço em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas identificou a presença de petróleo de qualidade semelhante ao das águas profundas da Bacia de Campos. Trata-se de uma nova fronteira exploratória. Foi confirmada a existência de grandes acumulações nas porções mais distantes dessa bacia, com volumes superiores àqueles encontrados nos campos de Guaricema e Dourado, em águas rasas. Dados obtidos nos testes indicam a presença de petróleo leve.
A área é explorada pelo consórcio formado pela Petrobras (com 60%) e IBV-Brasil (40%). Esta empresa é quem dará continuidade às atividades e aos investimentos, com a perfuração de outros poços pioneiros e a elaboração de um plano de avaliação de descoberta, ainda a ser definido pela ANP. A descoberta foi comemorada pela empresa por se tratar de uma área com características geológicas semelhantes às da Bacia de Campos, maior produtora de petróleo do País, que tem a maior parte de suas reservas em rocha chamada turbidito.
“A Petrobras é reconhecida como empresa de águas profundas e fez escola nos turbiditos da Bacia de Campos”, comentou o gerente executivo de exploração da Petrobras, Mário Carminatti. Além da semelhança geológica com a Bacia de Campos, a estatal se animou com a qualidade de óleo encontrado no poço, que é do tipo leve, semelhante ao do pré-sal, com maior valor de venda no mercado internacional.
Até agora, a produção petrolífera de Sergipe se concentrava em águas rasas e em terra. Em comunicado divulgado ao mercado, a Petrobras ressaltou que os estudos realizados no primeiro poço em águas ultraprofundas naquela bacia custaram US$ 40 milhões, e que são esperados investimentos adicionais de, aproximadamente, US$ 200 milhões para viabilizar o início da produção. “As informações obtidas até agora não são suficientes para divulgação de expectativa de volumes recuperáveis”, explicou a estatal em nota.
Estudos desde 1970
De acordo o senador Inácio Arruda, que é membro da comissão de infraestrutura do Senado, Sergipe, que desde os anos 70 já recebe estudos e exploração de petróleo em terra, se prepara para receber mais investimentos, mais profissionais e mais recursos de royalties. O senador disse ainda que a possibilidade da exploração com sondas em Paracuru surgiu porque a Agência Nacional de Petróleo (ANP) resolveu pesquisar a bacia do Ceará, que vai de Fortaleza até São Luis, passando por toda Costa Oeste do Ceará. “Também já estão fazendo a pesquisa na bacia do Cariri para saber se há possibilidade de encontrar petróleo a ponto de beneficiar”, afirmou.
Nicomex Notícias – Redação
nicomex@nicomex.com.br
A área é explorada pelo consórcio formado pela Petrobras (com 60%) e IBV-Brasil (40%). Esta empresa é quem dará continuidade às atividades e aos investimentos, com a perfuração de outros poços pioneiros e a elaboração de um plano de avaliação de descoberta, ainda a ser definido pela ANP. A descoberta foi comemorada pela empresa por se tratar de uma área com características geológicas semelhantes às da Bacia de Campos, maior produtora de petróleo do País, que tem a maior parte de suas reservas em rocha chamada turbidito.
“A Petrobras é reconhecida como empresa de águas profundas e fez escola nos turbiditos da Bacia de Campos”, comentou o gerente executivo de exploração da Petrobras, Mário Carminatti. Além da semelhança geológica com a Bacia de Campos, a estatal se animou com a qualidade de óleo encontrado no poço, que é do tipo leve, semelhante ao do pré-sal, com maior valor de venda no mercado internacional.
Até agora, a produção petrolífera de Sergipe se concentrava em águas rasas e em terra. Em comunicado divulgado ao mercado, a Petrobras ressaltou que os estudos realizados no primeiro poço em águas ultraprofundas naquela bacia custaram US$ 40 milhões, e que são esperados investimentos adicionais de, aproximadamente, US$ 200 milhões para viabilizar o início da produção. “As informações obtidas até agora não são suficientes para divulgação de expectativa de volumes recuperáveis”, explicou a estatal em nota.
Estudos desde 1970
De acordo o senador Inácio Arruda, que é membro da comissão de infraestrutura do Senado, Sergipe, que desde os anos 70 já recebe estudos e exploração de petróleo em terra, se prepara para receber mais investimentos, mais profissionais e mais recursos de royalties. O senador disse ainda que a possibilidade da exploração com sondas em Paracuru surgiu porque a Agência Nacional de Petróleo (ANP) resolveu pesquisar a bacia do Ceará, que vai de Fortaleza até São Luis, passando por toda Costa Oeste do Ceará. “Também já estão fazendo a pesquisa na bacia do Cariri para saber se há possibilidade de encontrar petróleo a ponto de beneficiar”, afirmou.
Nicomex Notícias – Redação
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