O mês de outubro começou movimentado no setor petrolífero com a compra de 40% da Repsol Brasil pela chinesa Sinopec. A transação foi firmada no dia 1º e criou uma das empresas energéticas com maior valor na América Latina, US$ 17,8 bilhões, segundo comunicado enviado pela Repsol à Comissão Nacional da Bolsa de Valores (CNMV), que regulamenta a bolsa espanhola. Na negociação, a Sinopec desembolsou US$ 7,1 bilhões, por 40% das operações brasileiras da companhia espanhola.
O acordo irá beneficiar o desenvolvimento da atividade exploratória da Repsol no Brasil, onde a petrolífera foi a terceira maior produtora de hidrocarbonetos em 2009. Na carteira de ativos do braço brasileiro da companhia espanhola estão o campo produtivo de Albacora Leste, oito descobertas e outros projetos exploratórios e áreas identificadas com potencial, segundo informações do site da empresa. “Estamos muito contentes de compartilhar o desenvolvimento dos ativos brasileiros da Repsol com um sócio de reconhecido prestígio no setor como Sinopec. Juntos podemos ajudar a expandir as relações empresariais entre Brasil, China e Espanha”, disse o presidente da Repsol, Antonio Brufau.
De acordo com o termos estabelecidos, a participação da Sinopec se limitará aos investimentos, deixando a operação propriamente dita com a Repsol. Essa negociação reforça o potencial de aporte que a China vem desenvolvendo cada vez mais no Brasil. Em recente entrevista ao Nicomex Notícias, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCBIC), Charles Tang, ilustrou com clareza essa realidade: “O Brasil precisa de capital e de investimentos para poder crescer sua economia e gerar empregos e a China necessita dos recursos naturais que o Brasil tem em abundância”, disse.
Em comunicado ao mercado, a Sinopec já tomou partido da associação com a Repsol no Brasil e divulgou que está projetando uma produção de 200 mil barris por dia de óleo equivalente para a maioria dos blocos marítimos da parceria. Apesar do acordo, as duas companhias irão continuar seus planos de expansão no País e poderão participar em conjunto ou separadamente de futuras licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Troca de comando
O grupo espanhol Repsol YPF anunciou no último dia 05 que irá nomear Nemesio Fernández-Cuesta como o responsável pelas operações da petrolífera no Brasil. Atualmente, o executivo ocupa o cargo de diretor-geral de exploração e produção na companhia. No País, a Repsol tem uma posição estratégica nas áreas de maior potencial do pré-sal brasileiro e lidera, junto com Petrobras e BG, a atividade exploratória na Bacia de Santos.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
O acordo irá beneficiar o desenvolvimento da atividade exploratória da Repsol no Brasil, onde a petrolífera foi a terceira maior produtora de hidrocarbonetos em 2009. Na carteira de ativos do braço brasileiro da companhia espanhola estão o campo produtivo de Albacora Leste, oito descobertas e outros projetos exploratórios e áreas identificadas com potencial, segundo informações do site da empresa. “Estamos muito contentes de compartilhar o desenvolvimento dos ativos brasileiros da Repsol com um sócio de reconhecido prestígio no setor como Sinopec. Juntos podemos ajudar a expandir as relações empresariais entre Brasil, China e Espanha”, disse o presidente da Repsol, Antonio Brufau.
De acordo com o termos estabelecidos, a participação da Sinopec se limitará aos investimentos, deixando a operação propriamente dita com a Repsol. Essa negociação reforça o potencial de aporte que a China vem desenvolvendo cada vez mais no Brasil. Em recente entrevista ao Nicomex Notícias, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCBIC), Charles Tang, ilustrou com clareza essa realidade: “O Brasil precisa de capital e de investimentos para poder crescer sua economia e gerar empregos e a China necessita dos recursos naturais que o Brasil tem em abundância”, disse.
Em comunicado ao mercado, a Sinopec já tomou partido da associação com a Repsol no Brasil e divulgou que está projetando uma produção de 200 mil barris por dia de óleo equivalente para a maioria dos blocos marítimos da parceria. Apesar do acordo, as duas companhias irão continuar seus planos de expansão no País e poderão participar em conjunto ou separadamente de futuras licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Troca de comando
O grupo espanhol Repsol YPF anunciou no último dia 05 que irá nomear Nemesio Fernández-Cuesta como o responsável pelas operações da petrolífera no Brasil. Atualmente, o executivo ocupa o cargo de diretor-geral de exploração e produção na companhia. No País, a Repsol tem uma posição estratégica nas áreas de maior potencial do pré-sal brasileiro e lidera, junto com Petrobras e BG, a atividade exploratória na Bacia de Santos.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br








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