A construção de usinas nucleares pelo governo brasileiro nos próximos 15 anos deve movimentar cerca de R$ 40 bilhões no período e dar impulso ao segmento. A previsão é da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), que apresenta nesta terça-feira, durante o 1º Encontro de Negócios de Energia Nuclear, em São Paulo, possibilidades de investimentos no setor, que poderá gerar cerca de 50 mil empregos.
No evento, a Cnem divulgará um estudo inédito com as demandas do Programa Nuclear Brasileiro. O documento avaliou a necessidade de serviços, insumos e matérias-primas para a conclusão da Usina Angra 3 e a construção de mais quatro unidades até 2025. De acordo com o coordenador-geral de Planejamento e Avaliação da Cnem, Francisco Rondinelli Júnior, para a construção de Angra 3, que está em andamento e deve ter todos os materiais e serviços licitados em cerca de um ano e meio, há a estimativa de que 70% do fornecimento sejam nacionais.
Em relação ao domínio da produção do urânio, combustível das usinas nucleares, o coordenador explicou que o país detém a tecnologia, mas precisa ampliá-la para escala industrial. Dessa maneira, destacou que os negócios poderão também se expandir em países com os quais o Brasil mantém acordos de cooperação na América Latina, como a Argentina. "Apesar de as usinas serem diferentes, outros países também falam em energia nuclear, como o Chile", acrescentou.
Fonte: Folha Online
Em relação ao domínio da produção do urânio, combustível das usinas nucleares, o coordenador explicou que o país detém a tecnologia, mas precisa ampliá-la para escala industrial. Dessa maneira, destacou que os negócios poderão também se expandir em países com os quais o Brasil mantém acordos de cooperação na América Latina, como a Argentina. "Apesar de as usinas serem diferentes, outros países também falam em energia nuclear, como o Chile", acrescentou.
Fonte: Folha Online







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