Contrato de projeto da refinaria é assinado

As refinarias Premium que a Petrobras pretende instalar no Ceará e no Maranhão até 2017, começam a sair do papel. A estatal assinou ontem contrato com a empresa americana UOP, tradicional fornecedora de tecnologia na área de refino de petróleo.

O acordo, cujo valor não foi divulgado, prevê o fornecimento dos projetos básicos e de pré-detalhamento de ambas as unidades. O investimento projetado inicialmente nas duas refinarias é de US$ 30 bilhões.

Os projetos que serão elaborados pela UOP contemplam dois trens de refino para a Premium I e um trem de refino para a Premium II, cada um com capacidade de processamento de 300 mil barris por dia de petróleo nacional. Como os trens de refino serão iguais, isso proporcionará uma redução de custos de projeto e de instalação, além de diminuir os prazos de execução dos projetos, informou a Petrobras.

Pré-detalhamento
O pré-detalhamento das refinarias Premium, apesar de ser de responsabilidade da UOP, será executado, conforme nota divulgada pela estatal ontem, por empresas de engenharia brasileiras, garantindo a utilização de mão-de-obra nacional.

Desapropriações
O secretário da Infraestrutura do Estado, Adail Fontenele, antecipou para o fim de novembro a conclusão das desapropriações do terreno da Premium I. Segundo informou, as poucas áreas que ainda não foram liberadas pelo Estado já tiveram autorização emitida pelos seus proprietários para que a Petrobras desse continuidade à sondagem do espaço. A previsão, de acordo com o secretário, é de que a pesquisa realizada pela empresa seja finalizada até dezembro.

Polêmica
As refinarias têm provocado polêmica no mercado financeiro. A maior parte das críticas refere-se à real necessidade de se construi-las, em vez de concentrar recursos na área de exploração. Também foram feitas críticas ao elevado custo dos projetos e ainda à localização de ambas.

Custos
De acordo com o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, "não há como comparar os custos que envolvem a construção de uma refinaria no Brasil com outros países, onde a realidade é diversa em relação à infraestrutura, custos de mão de obra, exigências legais, entre outros".

Produção
300 mil barris por dia será a capacidade de processamento das duas Premium, que contemplam três trens de refino

Fonte: Diário do Nordeste (CE)

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