Nas últimas semanas, duas gigantes do setor petroquímico assinaram contratos relacionados ao fornecimento de tecnologia para seus projetos. No último dia 05, a Petrobras firmou um acordo com a empresa americana UOP, fornecedora na área de refino, para os projetos básicos e de pré-detalhamento das Refinarias Premium I, a ser construída no estado do Maranhão, e Premium II, no Ceará. Quatro dias depois, a Braskem anunciou parceria com a britânica Ineos Technologies, visando estabelecer cooperação estratégica sobre tecnologias para produção de polietileno.Em comum entre os dois acordos, o fato de grandes players do setor petrolífero nacional estarem se juntando a empresas estrangeiras para desenvolver seus projetos. “É um passo muito importante no sentido de assegurar à Braskem pleno acesso à tecnologia líder em polimerização atualmente, permitindo à companhia concentrar seus esforços no desenvolvimento interno da tecnologia de polímeros renováveis, um movimento fundamental para alcançar sua visão 2020 de ser a líder global da química sustentável”, disse o presidente da Braskem, Bernardo Gradim.
No caso da Petrobras, a decisão pela UOP se deu por conta do resultado econômico global das refinarias Premium I e II, levando em consideração custos de instalação, operação e receita proporcionada pelos derivados produzidos. A partir desses critérios, a fornecedora americana foi selecionada em uma competição entre projetistas internacionais. Como os trens de refino das plantas serão iguais, a escolha da UOP irá gerar vantagens como diminuição dos prazos para a execução dos projetos.
Destinos diferentes
Foco de contestações e polêmicas no mercado, devido, principalmente pela escolha dos locais das refinarias – que poderiam ter sido motivados por fins políticos – as Premiums I e II, com o contrato junto à UOP, dão sinais de evolução. Segundo a Petrobras, os projetos com a empresa americana englobam dois trens de refino para a Premium I e um para a Premium II, cada um com capacidade de processamento de 300 mil barris por dia de petróleo nacional. “Os projetos de pré-detalhamento (FEED – Front End Engineering Design), apesar de responsabilidade da UOP, serão executados por empresas de engenharia brasileira, garantindo a utilização de mão de obra nacional”, destaca a nota da estatal, frisando a importância das refinarias para o país.
Por outro lado, o destino dado à parceria da Braskem com a Ineos Technologies, inicalmente, será o exterior. O primeiro projeto a se beneficiar do acordo será o Etileno XXI, no México, base da joint venture Braskem – Idesa S.A.P.I, criada com o Grupo Idesa. Com isso, a empresa brasileira poderá adquirir licenças para utilizar, em futuros projetos petroquímicos, as tecnologias Innovene S e Innovene G para produção de polietileno de alta densidade e de baixa densidade linear.
Nicomex Notícias – Redação
nicomex@nicomex.com.br
No caso da Petrobras, a decisão pela UOP se deu por conta do resultado econômico global das refinarias Premium I e II, levando em consideração custos de instalação, operação e receita proporcionada pelos derivados produzidos. A partir desses critérios, a fornecedora americana foi selecionada em uma competição entre projetistas internacionais. Como os trens de refino das plantas serão iguais, a escolha da UOP irá gerar vantagens como diminuição dos prazos para a execução dos projetos.
Destinos diferentes
Foco de contestações e polêmicas no mercado, devido, principalmente pela escolha dos locais das refinarias – que poderiam ter sido motivados por fins políticos – as Premiums I e II, com o contrato junto à UOP, dão sinais de evolução. Segundo a Petrobras, os projetos com a empresa americana englobam dois trens de refino para a Premium I e um para a Premium II, cada um com capacidade de processamento de 300 mil barris por dia de petróleo nacional. “Os projetos de pré-detalhamento (FEED – Front End Engineering Design), apesar de responsabilidade da UOP, serão executados por empresas de engenharia brasileira, garantindo a utilização de mão de obra nacional”, destaca a nota da estatal, frisando a importância das refinarias para o país.
Por outro lado, o destino dado à parceria da Braskem com a Ineos Technologies, inicalmente, será o exterior. O primeiro projeto a se beneficiar do acordo será o Etileno XXI, no México, base da joint venture Braskem – Idesa S.A.P.I, criada com o Grupo Idesa. Com isso, a empresa brasileira poderá adquirir licenças para utilizar, em futuros projetos petroquímicos, as tecnologias Innovene S e Innovene G para produção de polietileno de alta densidade e de baixa densidade linear.
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