Importação é saída para contornar os atrasos

A sensação no mercado de produtores de peças voltados à indústria do petróleo é de que a Petrobras não conseguirá contratar, no prazo estipulado, todas as 28 sondas de perfuração no Brasil. Vice-presidente para América Latina da americana Baker Hughues, prestadora de serviços para a indústria do petróleo, Maurício Figueiredo acredita que, para manter a construção das sondas no Brasil, será preciso atrasar o cronograma estabelecido para o pré-sal. Caso contrário, a companhia vai precisar importar equipamentos.

A empresa está investindo cerca de US$ 30 milhões em um centro de tecnologia voltado para os desafios do pré-sal, no Rio de Janeiro. A americana tinha também o objetivo de comprar uma fábrica de equipamentos na Bahia. Mas como, durante as negociações, os preços ficaram muito altos, Figueiredo acredita que a companhia vai desistir do negócio na Bahia.

Os planos passam então a ser a expansão da unidade atualmente em construção em Macaé (RJ). Lá está sendo construído um complexo que terá, além da fábrica, um centro de reparo e manutenção, e um centro para a área de tubulares. O investimento total deve estar próximo de US$ 50 milhões.

A inauguração da fábrica, já com o maquinário, deverá acontecer em até abril ou maio do ano que vem. A capacidade será de fabricação de até 100 brocas por dia e até 70 ferramentas diariamente.

Fonte: Valor Econômico/Juliana Ennes | Do Rio

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