A prevenção e a gestão de riscos a acidentes ambientais faz parte da gestão de QSMS-RS. Nas empresas ainda não é uma prática constante, mas é uma necessidade imprescindível neste mundo globalizado. Os riscos ambientais podem ser associados a uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar impactos ambientais.
No Brasil, não há muita preocupação com os riscos ambientais e a falta de treinamento adequado de funcionários ainda é uma constante no setor empresarial. Sendo assim, qualquer iniciativa no sentido de minimização de riscos e melhoria das condições de trabalho deve ser considerada válida e implementada o mais rápido possível por empresas que possuam consciência de seu valor social. Na gestão de prevenção a acidentes ambientais a importância de conhecer os riscos inerentes a certos comportamentos e tomar as medidas necessárias para dissolvê-los é fundamental.
O gerenciamento destes riscos nas empresas reduz os prejuízos e aumenta os benefícios vinculados à concretização dos objetivos estratégicos, sendo benéfico para a competitividade nos negócios e responde aos níveis de exigência do mercado (cada vez mais elevados), às pressões regulatórias e às crescentes necessidades do mercado global. Gestores desta área deveriam seguir os seguintes passos: identificar todos os riscos estrategicamente relevantes; analisar cada um desses riscos em função de seu impacto e probabilidade de ocorrência (score de risco); avaliar a efetividade dos controles internos existentes e potenciais para mitigar o impacto dos riscos; decidir o tratamento dos riscos residuais (ou seja, encontrar como debelar as eventuais seqüelas).
Em resumo, a prevenção e o gerenciamento de riscos ambientais devem ser parte integrante da governança corporativa de uma organização. Tais medidas viabilizam o alinhamento com padrões mundiais de governança corporativa e QSMS, o aprimoramento da eficiência operacional (com a implantação de melhores práticas de controle e gestão dos processos de negócios) e a redução do impacto de riscos financeiros e de imagem, como aconteceu com a empresa petrolífera British Petroleum (BP), no golfo do México.
Vale mencionar que uma boa gestão nesta área proporciona também uma maior atratividade de investidores (locais e internacionais) e o estabelecimento de diferenciais na captação de recursos. Bancos, por exemplo, têm exigências específicas no campo da gestão de riscos ambientais para a concessão de empréstimos. A prática de gerenciar riscos de acidentes com o meio ambiente que venham a causar grandes impactos não é algo meramente opcional para as empresas: ela é uma necessidade para quem pretende não apenas se manter vivo no mercado, mas também evoluir, crescer com as oportunidades e colher os frutos do desenvolvimento econômico.
Roberto Roche, PDSc
Gerente de QSMS-RS
nicomex@nicomex.com.br
Fonte: Nicomex Notícias
O gerenciamento destes riscos nas empresas reduz os prejuízos e aumenta os benefícios vinculados à concretização dos objetivos estratégicos, sendo benéfico para a competitividade nos negócios e responde aos níveis de exigência do mercado (cada vez mais elevados), às pressões regulatórias e às crescentes necessidades do mercado global. Gestores desta área deveriam seguir os seguintes passos: identificar todos os riscos estrategicamente relevantes; analisar cada um desses riscos em função de seu impacto e probabilidade de ocorrência (score de risco); avaliar a efetividade dos controles internos existentes e potenciais para mitigar o impacto dos riscos; decidir o tratamento dos riscos residuais (ou seja, encontrar como debelar as eventuais seqüelas).
Em resumo, a prevenção e o gerenciamento de riscos ambientais devem ser parte integrante da governança corporativa de uma organização. Tais medidas viabilizam o alinhamento com padrões mundiais de governança corporativa e QSMS, o aprimoramento da eficiência operacional (com a implantação de melhores práticas de controle e gestão dos processos de negócios) e a redução do impacto de riscos financeiros e de imagem, como aconteceu com a empresa petrolífera British Petroleum (BP), no golfo do México.
Vale mencionar que uma boa gestão nesta área proporciona também uma maior atratividade de investidores (locais e internacionais) e o estabelecimento de diferenciais na captação de recursos. Bancos, por exemplo, têm exigências específicas no campo da gestão de riscos ambientais para a concessão de empréstimos. A prática de gerenciar riscos de acidentes com o meio ambiente que venham a causar grandes impactos não é algo meramente opcional para as empresas: ela é uma necessidade para quem pretende não apenas se manter vivo no mercado, mas também evoluir, crescer com as oportunidades e colher os frutos do desenvolvimento econômico.
Roberto Roche, PDSc
Gerente de QSMS-RS
nicomex@nicomex.com.br
Fonte: Nicomex Notícias








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