A Petrobras firmou nesta quinta-feira contratos para a construção de oito cascos de plataformas que serão usadas na produção em campos na camada pré-sal. Celebrados com a empresa de engenharia Engevix, os dois acordos totalizam R$ 3,46 bilhões. Cada uma das plataformas que serão construídas na primeira fase de desenvolvimento terá capacidade total de processar 150 mil barris/dia e 6 milhões de metros cúbicos/dia de gás.
O cronograma da estatal prevê que elas estejam comecem a operar até 2017. Os dois primeiros cascos já serão entregues em 2013, e os demais ao longo de 2014 e 2015. Eles serão construídos no estaleiro Rio Grande (RS). Seis destas plataformas serão destinadas ao bloco BM-S-11, onde estão os prospectos de Tupi e Iracema. As outras duas irão para o BM-S-9, onde estão as áreas de Guará e Carioca. "Essas unidades, batizadas de 'replicantes', integram a nova geração de unidades de produção concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos.
A produção em série de cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e a consequente otimização de custos", informou a Petrobras, em comunicado ao mercado. O consórcio do Bloco BM-S-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a britânica BG (25%) e a portuguesa Galp (10%). Já o consórcio do Bloco BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG (30%) e espanhola Repsol (25%).
Fonte: Folha Online
A produção em série de cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e a consequente otimização de custos", informou a Petrobras, em comunicado ao mercado. O consórcio do Bloco BM-S-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a britânica BG (25%) e a portuguesa Galp (10%). Já o consórcio do Bloco BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG (30%) e espanhola Repsol (25%).
Fonte: Folha Online







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