A Petrobras está programando a perfuração do prospecto de Oiapoque, no bloco BM-FZA-4, na Bacia do Foz do Amazonas. A empresa está atualmente tentando o licenciamento ambiental do projeto junto ao Ibama. O contrato de concessão da área foi recentemente suspenso pela ANP para a estatal não perder prazos exploratórios por conta das dificuldades ambientais.
O cronograma da área de E&P da Petrobras prevê que a campanha exploratória será realizada pela semissubmersível Ocean Whittington (SS-52), da Diamond Offshore, ou pela Alaskan Star (SS-39), da Queiroz Galvão Óleo e Gás. Todo o trabalho, contando a mobilização e desativação, durará oito meses. O poço será perfurado em lâmina d´água de 150 m, a 110 km da costa do estado do Amapá.
A área do BM_FZA-4 possui hoje 1964 km² de sísmica 3D mapeados. Nenhum poço, contudo, foi perfurado no bloco pela empresa, que possui 100% da concessão.
O apoio em terra para as atividades de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas será feito na base da Petrobras em Tapanã, Belém. Com uma área total de 230 mil m², a base está localizada as margens da Bahia do Guajará.
O BM-FZA-4 é hoje o único bloco sob concessão na bacia. A Petrobras já devolveu nove células do bloco e hoje continua com apenas duas no primeiro período exploratório. A petroleira já chegou a contar com outros três ativos na região: BFZ-2, BM-FZA-5 e BM-FZA-6. Os blocos, porém, foram devolvidos ao órgão regulador em 1998, 2003 e 2004, respectivamente.
BP e Esso também se aventuraram na Foz, sem sucesso. A petroleira britânica chegou a operar dois blocos na região, o BFZ-2 e o BM-FZA-1. A primeira desistência foi no BFZ-2, no qual a empresa era sócia da Petrobras, que assumiu a operação, mas depois também desistiu do negócio. O BM-FZA-1 foi devolvido em 1999. Já a Esso chegou a operar o BFZ-1, devolvido em 1998.
A Bacia da Foz do Amazonas está na margem equatorial brasileira, ao longo da costa dos estados do Amapá e do Pará. Ocupa uma área de 261.170 km², incluindo a plataforma continental, talude e região de águas profundas, até o limite entre as crostas continental e oceânica. A área já foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey.
Lá foram perfurados 93 poços exploratórios – 60 pela Petrobras e 33 por outras companhias, boa parte delas sob os contratos com cláusula de risco, criados nos anos 70. O esforço exploratório resultou na descoberta de duas acumulações subcomerciais de gás: Pirapema e a área do poço APS-51A.
Fonte: Energia Hoje
O cronograma da área de E&P da Petrobras prevê que a campanha exploratória será realizada pela semissubmersível Ocean Whittington (SS-52), da Diamond Offshore, ou pela Alaskan Star (SS-39), da Queiroz Galvão Óleo e Gás. Todo o trabalho, contando a mobilização e desativação, durará oito meses. O poço será perfurado em lâmina d´água de 150 m, a 110 km da costa do estado do Amapá.
A área do BM_FZA-4 possui hoje 1964 km² de sísmica 3D mapeados. Nenhum poço, contudo, foi perfurado no bloco pela empresa, que possui 100% da concessão.
O apoio em terra para as atividades de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas será feito na base da Petrobras em Tapanã, Belém. Com uma área total de 230 mil m², a base está localizada as margens da Bahia do Guajará.
O BM-FZA-4 é hoje o único bloco sob concessão na bacia. A Petrobras já devolveu nove células do bloco e hoje continua com apenas duas no primeiro período exploratório. A petroleira já chegou a contar com outros três ativos na região: BFZ-2, BM-FZA-5 e BM-FZA-6. Os blocos, porém, foram devolvidos ao órgão regulador em 1998, 2003 e 2004, respectivamente.
BP e Esso também se aventuraram na Foz, sem sucesso. A petroleira britânica chegou a operar dois blocos na região, o BFZ-2 e o BM-FZA-1. A primeira desistência foi no BFZ-2, no qual a empresa era sócia da Petrobras, que assumiu a operação, mas depois também desistiu do negócio. O BM-FZA-1 foi devolvido em 1999. Já a Esso chegou a operar o BFZ-1, devolvido em 1998.
A Bacia da Foz do Amazonas está na margem equatorial brasileira, ao longo da costa dos estados do Amapá e do Pará. Ocupa uma área de 261.170 km², incluindo a plataforma continental, talude e região de águas profundas, até o limite entre as crostas continental e oceânica. A área já foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey.
Lá foram perfurados 93 poços exploratórios – 60 pela Petrobras e 33 por outras companhias, boa parte delas sob os contratos com cláusula de risco, criados nos anos 70. O esforço exploratório resultou na descoberta de duas acumulações subcomerciais de gás: Pirapema e a área do poço APS-51A.
Fonte: Energia Hoje







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