A Petrobras desclassificou por preço excessivo dois concorrentes na licitação para a construção de até 28 sondas no Brasil. A informação é do presidente da petroleira, José Sergio Gabrielli, que adiantou apenas as empresas que disputavam o lote de sete sondas.
Pelas propostas apresentadas, teriam sido desclassificados o estaleiro Eisa e a Andrade Gutierrez, que apresentaram o sexto e sétimo preço na concorrência, com preço médio por sonda de US$ 784 milhões e US$ 824 milhões, respectivamente.
Continuariam na disputa o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), com o melhor preço, US$ 664,2 milhões por unidade, o consórcio Alusa/Galvão, Keppel Fels, Jurong e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu.
Gabrielli confirmou que o pacote destinado ao afretamento de até quatro unidades pode ser cancelado por preço excessivo. A Etesco apresentou as duas melhores propostas para a concorrência, com taxa de diária de US$ 648 mil e US$ 639 mil, respectivamente. Petroserv, Queiroz Galvão e Saipem também estão na disputa pelas unidades.
"Todas as possibilidades são analisadas. Contratar tudo, cancelar uma, cancelar parte delas. Tudo é possível", disse o presidente da Petrobras, que participou de almoço-palestra no VI Fórum IBEF de Óleo e Gás, no Rio de Janeiro.
Fonte: Energia Hoje








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