Retrospectiva 2010: Biocombustível


Neste ano, a Petrobras aumentou sua presença no mercado de etanol, ampliou investimentos na área de biocombustíveis e duplicou a planta da usina de Candeias , a primeira das três unidades de produção de biodiesel da Petrobras, na Bahia.

Inaugurada em julho de 2008 com capacidade de produzir 57 milhões de litros/ano, a usina foi ampliada em 90% em novembro de 2009, e alcançou 108,6 milhões de litros/ano. Com a conclusão da duplicação, em que foram investidos R$ 66 milhões, a capacidade chegou a 217,2 milhões de litros/ano.

Também na Bahia, a Petrobras Biocombustível adquiriu 50% do capital social da empresa Bioóleo Industrial e Comercial, empresa de extração de óleos vegetais, localizada em Feira de Santana. A unidade tem capacidade de processar 130 mil toneladas de grãos de várias espécies de oleaginosas, anualmente.

No Sul do país, a Petrobras Biocombustível marcou sua atuação com a inauguração, em maio, da usina de biodiesel BSBIOS Marialva, em parceria com a BSBIOS, ao norte do Paraná. A unidade tem capacidade de produzir 127 milhões de litros de biodiesel por ano e permite uma logística mais eficiente no atendimento aos mercados do Sul e de São Paulo.

Dois projetos de biodiesel a partir de óleo de palma (dendê) merecem destaque: uma usina de biodiesel própria, o Projeto Pará, e um projeto em Portugal em parceria com a Galp Energia, denominado Projeto Belém.

Avanços na produção e na pesquisa de etanol

Ainda neste ano, a Petrobras assinou um contrato para desenvolvimento conjunto com a KL Energy Corporation. A parceria tem o objetivo de otimizar a tecnologia de processamento de etanol celulósico da KLE, que utiliza resíduos de madeira como matéria-prima, e aplicá-la ao bagaço de cana-de-açúcar. Petrobras e a KLE desenvolverão um projeto de usina de etanol celulósico em escala industrial, prevista para 2013, que deverá ser totalmente integrado a uma usina de cana-de-açúcar pertencente ao Grupo Petrobras, no Brasil.

Outra parceria de destaque foi firmada com a Novozymes. Por este acordo, estipulou-se o desenvolvimento conjunto de enzimas para produção de biocombustíveis de segunda geração, utilizando bagaço de cana-de-açúcar para produção de etanol celulósico. Estima-se que essa tecnologia possa expandir a produção de etanol no país em cerca de 40%, sem aumentar as áreas de cultura.

Outro grande avanço foi o ingresso a Petrobras, por meio da subsidiária Petrobras Biocombustível, no capital social da Açúcar Guarani S.A. (Guarani), subsidiária do grupo Tereos, e uma das maiores processadoras de cana-de-açúcar do Brasil. A Companhia investirá R$ 1,6 bilhão, em etapas, cujo foco, além da produção de etanol, serão os investimentos em tecnologia e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas gerações de biocombustíveis.

O Grupo São Martinho S.A. também uniu esforços com a Petrobras para aumentar a produção de etanol na região Centro-Oeste do Brasil, no Estado de Goiás, selados no acordo que prevê a constituição de uma sociedade denominada Nova Fronteira Bioenergia S.A.

Fonte: Blog Fatos e Dados

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