Ao contrário do que foi divulgado na imprensa esta semana, a percepção em relação aos indicadores de endividamento da Petrobras melhorou nos últimos meses. A empresa avalia seu grau de alavancagem por meio do acompanhamento de dois índices: Dívida Líquida/Capitalização Líquida e Dívida Líquida/EBITDA. Ao término do 3º trimestre de 2010, os números relativos a estes indicadores mostram, primeiro, que a estrutura financeira da Companhia estava em patamar bastante saudável. Em segundo lugar, demonstram a elevada capacidade financeira da Petrobras.
A empresa fez a maior operação de capitalização da história em final de setembro (há apenas 3 meses), os preços dos títulos aumentaram em função de maior demanda e os spreads reduziram em relação ao ativo de referência no mercado (Título do Tesouro Americano).
Os dados relativos a preços e prêmios no mercado de renda fixa mostram que o risco de crédito da Companhia diminuiu. Associar, portanto, o risco da Petrobras a uma possível aquisição de um determinado ativo (no caso a participação da ENI na GALP) não faz sentido. Além disso, existem inúmeras variáveis influenciando esse spread de risco, fato que não deve ser creditado a um único evento, tanto interno como externo à Companhia.
Fonte: Nicomex Notícias
Os dados relativos a preços e prêmios no mercado de renda fixa mostram que o risco de crédito da Companhia diminuiu. Associar, portanto, o risco da Petrobras a uma possível aquisição de um determinado ativo (no caso a participação da ENI na GALP) não faz sentido. Além disso, existem inúmeras variáveis influenciando esse spread de risco, fato que não deve ser creditado a um único evento, tanto interno como externo à Companhia.
Fonte: Nicomex Notícias







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