A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) planeja ainda para o primeiro semestre a perfuração do poço 1-QG-5-BAS, no bloco exploratório BM-J-2, em águas rasas da Bacia de Jequitinhonha, na Bahia. A campanha deve ser realizada pela sonda North Star I e durar em torno de três meses.
A locação do poço está a uma distância de 24,6 km da costa e em lâmina d´água de 45 m. A definição da área foi feita a partir de um levantamento sísmico 3D com cerca de 646 km², realizado em 2005.
A empresa planeja a perfuração do bloco desde 2006, mas a proximidade de diversas unidades de conservação e a pequena lâmina d´água tornam a área especialmente sensível aos impactos, tendo sido determinante para que o Ibama estabelecesse um nível de exigência extremo para o licenciamento.
A QGEP foi beneficiada pela decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que em dezembro do ano passado acolheu recurso da ANP e suspendeu decisão da Justiça Federal de Eunápolis que havia proibido qualquer atividade petrolífera em um raio de 50 km em torno do Parque Nacional Marinho de Abrolhos e adjacências, no sul da Bahia. A decisão é o primeiro passo para solucionar impasse que se arrasta há anos entre as petroleiras e o meio ambiente e para a consequente retomada das atividades na área.
A base logística da operação ficará no canteiro de São Roque do Paraguaçu, a 290 km da locação. A empresa pretende realizar um teste de formação caso atinja algum gás ou condensado para testar a descoberta.
O BM-J-2, adquirido pela empresa na 4ª rodada de licitações da ANP, realizada em 2002, possui uma área de 371 km², com lâmina d´água variando entre 20 m e 200 m. A QGEP possui 100% da área. A companhia já perfurou, como operadora, três poços terrestres, na Bacia do Recôncavo, na Bahia. O quarto poço foi perfurado no mar, em lâmina d´água de 385 metros, no BC-7, na Bacia de Campos.
Fonte: Energia Hoje
A QGEP foi beneficiada pela decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que em dezembro do ano passado acolheu recurso da ANP e suspendeu decisão da Justiça Federal de Eunápolis que havia proibido qualquer atividade petrolífera em um raio de 50 km em torno do Parque Nacional Marinho de Abrolhos e adjacências, no sul da Bahia. A decisão é o primeiro passo para solucionar impasse que se arrasta há anos entre as petroleiras e o meio ambiente e para a consequente retomada das atividades na área.
A base logística da operação ficará no canteiro de São Roque do Paraguaçu, a 290 km da locação. A empresa pretende realizar um teste de formação caso atinja algum gás ou condensado para testar a descoberta.
O BM-J-2, adquirido pela empresa na 4ª rodada de licitações da ANP, realizada em 2002, possui uma área de 371 km², com lâmina d´água variando entre 20 m e 200 m. A QGEP possui 100% da área. A companhia já perfurou, como operadora, três poços terrestres, na Bacia do Recôncavo, na Bahia. O quarto poço foi perfurado no mar, em lâmina d´água de 385 metros, no BC-7, na Bacia de Campos.
Fonte: Energia Hoje








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