A Braskem informou nesta terça-feira (31/5) que o vazamento de cloro ocorrido em Alagoas foi provocado pelo aumento da concentração de tricloroamina (TCA), um subproduto do processo de fabricação de cloro soda. A empresa descartou erros de projeto e falta de manutenção da fábrica.
Em 21 de maio, o aumento da concentração de TCA provocou o rompimento da parte inferior do pré-resfriador. Dois dias depois, o produto também foi responsável pelo rompimento do bocal inferior do interresfriador, segundo a empresa.
A usina se encontra paralisada após o vazamento que provocou a intoxicação de trabalhadores e moradores do entorno da unidade. A Braskem afirma ter investido R$ 300 milhões em manutenção e SMS, e que retomará a produção após concluir análise de risco e medidas de proteção.
Fonte: Energia Hoje
Em 21 de maio, o aumento da concentração de TCA provocou o rompimento da parte inferior do pré-resfriador. Dois dias depois, o produto também foi responsável pelo rompimento do bocal inferior do interresfriador, segundo a empresa.
A usina se encontra paralisada após o vazamento que provocou a intoxicação de trabalhadores e moradores do entorno da unidade. A Braskem afirma ter investido R$ 300 milhões em manutenção e SMS, e que retomará a produção após concluir análise de risco e medidas de proteção.
Fonte: Energia Hoje







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