A Petrobras começa na próxima semana a negociar o valor das propostas apresentadas na concorrência destinada ao afretamento de 21 sondas de perfuração para 3 mil m, com exigência de construção no Brasil. A petroleira indeferiu o pedido de recurso da Sete Brasil contestando a classificação da Ocean Rig, que teve o melhor preço, ofertando cinco navios-sonda.
A comissão de licitação não divulga a estratégia de negociação, mas o mais provável é que a Petrobras convoque inicialmente apenas a Ocean Rig. A Sete Brasil seria chamada depois, para cobrir a oferta. A companhia segue na disputa, mas tem menos chances de emplacar todas as unidades. São 15 navios-sonda e 6 semissubmersíveis.
Das 26 propostas recebidas pela Petrobras, 20 projetam a construção em estaleiros virtuais. A Sete Brasil fez as seis únicas ofertas em parceria com estaleiro já instalado, o Brasfels.
As diárias apresentadas na concorrência variaram de US$ 605 mil a US$ 630 mil. Como as sondas da Ocean Rig foram classificadas como duo-drilling e, de acordo com as normas da licitação, têm fator de desconto, a taxa cai ao patamar de US$ 588 mil.
A empresa participa do processo em parceria com os estaleiros Eisa e Mauá e com projeto de perfuração da Huisman.
Sem qualificação técnica para operar unidades, a Sete Brasil apresentou como parceiros a Odfjell, Seadrill, Etesco, Odebrecht, Queiroz Galvão e Petroserv, projetando construir as unidades nos estaleiros Jurong (Espírito Santo), Enseada do Paraguaçu (Bahia), Brasfels (Rio de Janeiro), Estaleiro de Rio Grande (Rio Grande do Sul) e OSX (Rio de Janeiro).
Fonte: Energia Hoje








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