A ANP tem como meta para este ano aumentar o número de certificados de conteúdo local associados a equipamentos, reduzindo a disparidade em relação à certificação de serviços. Para isso, a agência está incentivando fabricantes a certificarem seus produtos, conta o chefe da Coordenação de Conteúdo Local da ANP, Marcelo Mafra. “Se ficar na razão 50/50 será muito bom”, afirma.
Ao final desta semana, a ANP fechará o balanço de certificados do primeiro trimestre de 2012. Segundo Mafra, a média trimestral tem ficado em torno de 1.000 a 1.200 certificados. Até o quarto trimestre de 2011, o acumulado, desde a sétima rodada – quando começou a valer a exigência – estava em cerca de 7.250 certificados, a maioria dos quais relacionados a serviços como geologia e geofísica, já que a maior parte dos projetos estava em sua fase de exploração.
A ANP tem como meta para este ano aumentar o número de certificados de conteúdo local associados a equipamentos, reduzindo a disparidade em relação à certificação de serviços. Para isso, a agência está incentivando fabricantes a certificarem seus produtos, conta o chefe da Coordenação de Conteúdo Local da ANP, Marcelo Mafra. “Se ficar na razão 50/50 será muito bom”, afirma.
Ao final desta semana, a ANP fechará o balanço de certificados do primeiro trimestre de 2012. Segundo Mafra, a média trimestral tem ficado em torno de 1.000 a 1.200 certificados. Até o quarto trimestre de 2011, o acumulado, desde a sétima rodada – quando começou a valer a exigência – estava em cerca de 7.250 certificados, a maioria dos quais relacionados a serviços como geologia e geofísica, já que a maior parte dos projetos estava em sua fase de exploração.
A partir da virada deste ano para 2013, a tendência, conta Mafra, é que isso comece a mudar, já que muitos empreendimentos começam a entrar nas fases de produção e desenvolvimento de produção. Assim, começam a ser certificados equipamentos como árvores de natal molhadas, manifolds e outros, que estão associados ao estágio de construção de plataformas.
OTC
Presente à OTC, Marcelo Mafra vem se reunindo com diversos potenciais fornecedores, incluindo empresas do Canadá, Noruega e Angola. De acordo com o ele, o Brasil precisará de prestadores de serviços internacionais que possam trazer novas tecnologias para o pré-sal, como na área de engenharia básica. Ele cita como exemplo empresas que já tenham experiência em regiões como o Golfo do México, Mar do Norte e Ásia, no que se refere à implementação de tipos de plataformas que não FPSOs – unidades que vem sendo adotadas como modelo de produção pela Petrobras
Fonte: Energia Hoje
Ao final desta semana, a ANP fechará o balanço de certificados do primeiro trimestre de 2012. Segundo Mafra, a média trimestral tem ficado em torno de 1.000 a 1.200 certificados. Até o quarto trimestre de 2011, o acumulado, desde a sétima rodada – quando começou a valer a exigência – estava em cerca de 7.250 certificados, a maioria dos quais relacionados a serviços como geologia e geofísica, já que a maior parte dos projetos estava em sua fase de exploração.
A partir da virada deste ano para 2013, a tendência, conta Mafra, é que isso comece a mudar, já que muitos empreendimentos começam a entrar nas fases de produção e desenvolvimento de produção. Assim, começam a ser certificados equipamentos como árvores de natal molhadas, manifolds e outros, que estão associados ao estágio de construção de plataformas.
OTC
Presente à OTC, Marcelo Mafra vem se reunindo com diversos potenciais fornecedores, incluindo empresas do Canadá, Noruega e Angola. De acordo com o ele, o Brasil precisará de prestadores de serviços internacionais que possam trazer novas tecnologias para o pré-sal, como na área de engenharia básica. Ele cita como exemplo empresas que já tenham experiência em regiões como o Golfo do México, Mar do Norte e Ásia, no que se refere à implementação de tipos de plataformas que não FPSOs – unidades que vem sendo adotadas como modelo de produção pela Petrobras
Fonte: Energia Hoje








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