O principal índice acionário da Bovespa apresentou ontem (02), uma alta no começo do segundo semestre. O fator decisivo para a elevação na bolsa de valores foram as ações da petrolífera OGX, vertente do grupo EBX, controlado pelo empresário Eike Batista, que registraram aumento de 14%, reerguendo-se da queda de 40,5% na semana passada.
O Ibovespa aumentou 0,62%, a 54.692 pontos, ampliando os expressivos ganhos da última sexta-feira. O giro financeiro da sessão ficou em R$ 5,11 bilhões. “Se não fosse pela alta da OGX, o Ibovespa estaria bem mais parecido com o Dow Jones, em Wall Street (que fechou em queda de 0,07%)", disse à agência Reuters, o sócio da Oren Investimentos, Gustavo Mendonça.
A OGX tevê um salto de 14,55% na sessão, sendo cotada por R$ 6,30. Os dados divulgados surpreenderam alguns analistas pela velocidade de recuperação da petrolífera, os papéis da empresa tiveram um giro de R$ 586.386 milhões, sendo o maior volume registrado.
A agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciou ontem (02), que irá permanecer com as notas da OGX, apesar da produção ter sido menor que a esperada no Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos. O movimento de correção dos papéis da OGX, também foi evidenciado em outras ações da holding EBX com a LLX, alcançando uma elevação de 4,52%, a R$ 2,31, e com a MMX, que avançou 3,42%, a R$ 6,05. Somente a CCX teve queda nas ações, com perda de 3,33%.
Fontes: J.Commercio e Reuters







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