A última semana do setor petrolífero foi dominada por notícias envolvendo a Petrobras e investimentos na área. Na segunda-feira, dia 31 de maio, ganhou destaque a declaração do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, em palestra no III Foro Brasil-União Europeia, de que o aporte financeiro total na cadeia produtiva do petróleo pode chegar a US$ 202,2 bilhões entre 2009 e 2013. O levantamento leva em consideração o orçamento de US$ 112 bi da Petrobras, além o impacto que esse valor irá gerar no restante da cadeia. Essa expectativa envolve mais de US$ 90 bilhões em investimentos indiretos.
Com relação a exploração e produção da estatal brasileira, duas notícias chamaram a atenção da mídia. Na terça-feira, dia 01 de junho, a Petrobras comunicou ter iniciado a atividade do FPSO Capixaba no campo de Cachalote, na região do "Parque das Baleias", na Bacia de Campos. O primeiro poço no local a produzir é o 7-CHT-5HA-ESS, com vazão inicial estimada em 22 mil barris por dia. No dia seguinte, no exterior, a Petrobras Internacional Braspetro recebeu do governo da Nova Zelândia a licença de cinco anos, para exploração offshore na Bacia Raukumara, localizada em East Coast.
Com relação a exploração e produção da estatal brasileira, duas notícias chamaram a atenção da mídia. Na terça-feira, dia 01 de junho, a Petrobras comunicou ter iniciado a atividade do FPSO Capixaba no campo de Cachalote, na região do "Parque das Baleias", na Bacia de Campos. O primeiro poço no local a produzir é o 7-CHT-5HA-ESS, com vazão inicial estimada em 22 mil barris por dia. No dia seguinte, no exterior, a Petrobras Internacional Braspetro recebeu do governo da Nova Zelândia a licença de cinco anos, para exploração offshore na Bacia Raukumara, localizada em East Coast.
Na sexta-feira, dia 04, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, ganhou destaque com declarações acerca do pré-sal. Primeiramente, o executivo afirmou que a intenção é oferecer, na 11ª rodada de licitação da ANP, áreas rasas, profundas e em terra, porém fora do pré-sal. Lima informou também que o segundo poço perfurado pela Agência na Bacia de Santos, batizado de Libra, “é muito melhor do que o primeiro”, que recebeu o nome de Franco.
No mesmo dia, a Petrobras voltou a foco principal do setor petrolífero ao definir os seis bancos nomeados como coordenadores globais da oferta pública de ações da companhia. São eles: Bank of America Merrill Lynch, o Bradesco BBI, o Citi, o Itaú BBA, o Morgan Stanley e o Santander. De acordo com a empresa, a proposta é emitir até R$ 150 bilhões em ações, contra os R$ 60 bi atuais. Essa escolha dos bancos foi considerado um importante passo para a operação de capitalização da estatal.
Investida no exterior
Fechando a semana, a Petrobras Chile, por meio do seu presidente, Vilson Reichemback, garantiu o interesse nos ativos da colombiana Terpel, no país sul-americano. A transação funcionaria como parte de uma estratégia de creseimento no mercado de distribuição de combustíveis no Chile. Atualmente, Copec, Shell e a própria Terpel lideram esse mercado, seguidas pela Petrobras. “Essa história de ser a quarta ou terceira não nos agrada. Por que não ser a segunda?”, questionou Reichemback, após um evento para marcar o início da distribuição de etanol no mercado chileno.
Por Matheus Franco








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