O destaque do setor ficou por conta da aceitação da oferta de 12 países para ajudar na questão do vazamento de óleo no Golfo do México. Segundo comunicado do Departamento de Estado americano, serão 22 "ofertas de ajuda" de países e organismos internacionais, que incluem o envio de dois separadores de óleo e água de alta velocidade e bóias de contenção de incêndio do Japão. De acordo com a porta-voz da Área Unificada de Comando, Gina Ruoti, 27 países ofereceram ajuda ao governo americano depois da explosão, em abril, da plataforma Deepwater Horizon.
A última semana do setor petrolífero começou com a notícia de que um levantamento da consultoria Economática colocou a Petrobras como a empresa que teve a maior perda neste ano, em termos de valor de mercado, entre as companhias de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos. Segundo a consultoria, a queda foi na ordem de US$ 199,3 bilhões no fim de 2009 para US$ 146,3 bilhões, levando em consideração o desempenho das ações até a quinta-feira, dia 24, e compreende uma amostra de 1.951 companhias.
Ainda na segunda-feira, dia 28, foi anunciado o crescimento de 2,1% na produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior. Segundo comunicado da estatal, foi atingida a marca de 2.599.131 barris de óleo equivalente diários (boed) em maio. O resultado, se comparado com o volume registrado no mesmo mês de 2009, registrou um aumento de 2,1% e manteve o mesmo nível do total extraído em abril de 2010 (2.598.463 boed), o que configurou uma produção estável da companhia. Especificamente no exterior, a produção chegou a 247.138 boed no mesmo mês, graças à colaboração de novos poços nos campos de Akpo e de Agbami, ambos na Nigéria.
No dia seguinte, a companhia brasileira foi notícia, novamente, por conta de protestos contra a sua presença na Nova Zelândia. Dezenas de maoris, povo nativo daquele país, se posicionaram contra um acordo assinado entre a Petrobras e o governo neozelandês para a exploração de hidrocarbonetos em sua costa. "Há três razões para se opor ao acordo", disse ao jornal Folha de S. Paulo, por telefone, Api Mahuika, líder da tribo ngati porou. “Em primeiro lugar, o governo não nos consultou. Em segundo lugar, vimos o histórico dos problemas da Petrobras. Finalmente, sabemos o que está acontecendo no Golfo do México”, finalizou Api.
Alex prejudica produção no Golfo
A chegada da temporada de furacões de 2010 começa a prejudicar o trabalho das empresas nos EUA. O primeiro deles, batizado de Alex, provocou a interrupção de 21,39% da produção de petróleo e 13,7% da produção de gás natural nas plataformas existentes na região, informou o Escritório de Gerência, Regulamentação e Fiscalização de Energia Oceânica dos Estados Unidos (Boemre), em notícia veiculada na mídia, na última sexta-feira, dia 2. Entretanto, o furacão Alex, ao atingir terra firme no Nordeste do México perdeu força, o que fez com que empresas como Apache, Shell e BP retomassem suas atividades, paralisadas em virtude da ameaça de fortes ventos.
Ainda na segunda-feira, dia 28, foi anunciado o crescimento de 2,1% na produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior. Segundo comunicado da estatal, foi atingida a marca de 2.599.131 barris de óleo equivalente diários (boed) em maio. O resultado, se comparado com o volume registrado no mesmo mês de 2009, registrou um aumento de 2,1% e manteve o mesmo nível do total extraído em abril de 2010 (2.598.463 boed), o que configurou uma produção estável da companhia. Especificamente no exterior, a produção chegou a 247.138 boed no mesmo mês, graças à colaboração de novos poços nos campos de Akpo e de Agbami, ambos na Nigéria.
No dia seguinte, a companhia brasileira foi notícia, novamente, por conta de protestos contra a sua presença na Nova Zelândia. Dezenas de maoris, povo nativo daquele país, se posicionaram contra um acordo assinado entre a Petrobras e o governo neozelandês para a exploração de hidrocarbonetos em sua costa. "Há três razões para se opor ao acordo", disse ao jornal Folha de S. Paulo, por telefone, Api Mahuika, líder da tribo ngati porou. “Em primeiro lugar, o governo não nos consultou. Em segundo lugar, vimos o histórico dos problemas da Petrobras. Finalmente, sabemos o que está acontecendo no Golfo do México”, finalizou Api.
Alex prejudica produção no Golfo
A chegada da temporada de furacões de 2010 começa a prejudicar o trabalho das empresas nos EUA. O primeiro deles, batizado de Alex, provocou a interrupção de 21,39% da produção de petróleo e 13,7% da produção de gás natural nas plataformas existentes na região, informou o Escritório de Gerência, Regulamentação e Fiscalização de Energia Oceânica dos Estados Unidos (Boemre), em notícia veiculada na mídia, na última sexta-feira, dia 2. Entretanto, o furacão Alex, ao atingir terra firme no Nordeste do México perdeu força, o que fez com que empresas como Apache, Shell e BP retomassem suas atividades, paralisadas em virtude da ameaça de fortes ventos.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
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