Os moinhos de ventos são velhos conhecidos e usam a energia dos ventos, isto é, eólica, não para gerar eletricidade, mas para realizar trabalho, como bombear água e moer grãos. Na Pérsia, no século V, já eram utilizados moinhos de vento para bombear água para irrigação.
A energia eólica é produzida pela transformação da energia cinética dos ventos em energia elétrica. É a energia mais limpa que existe, sendo uma energia de fonte renovável, porque não se acaba. A conversão de energia é realizada através de um aerogerador que consiste num gerador elétrico acoplado a um eixo que gira através da incidência do vento nas pás da turbina. O vento (fonte da energia eólica) faz girar hélices que movimentam turbinas, que produzem energia.
A única desvantagem deste tipo de energia é que como depende do vento, que é um fenômeno natural, ocorrem interrupções temporárias e a maioria dos lugares não tem vento o tempo todo. Sendo assim, não é toda hora que se produz energia.
A turbina eólica é formada essencialmente por um conjunto de duas ou três pás, com perfis aerodinâmicos eficientes, impulsionadas por forças predominantemente de sustentação, acionando geradores que operam a velocidade variável, para garantir uma alta eficiência de conversão. Há interesse da instalação de turbinas eólicas em locais em que a velocidade média anual dos ventos seja superior a 3,6 m/s. Existem modelos de geração de 1KW/10Metros até 500KW/ 50 metros de altura.
Há atualmente mais de 20.000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo. Os lugares que possuem as melhores condições para a atividade são: norte da Europa, norte da África e a costa oeste dos Estados Unidos. Na Europa, espera-se gerar 10 % da energia elétrica a partir da eólica, até o ano de 2030, e nos EUA – Estado da Califórnia – o aproveitamento dessa energia, economizou mais de 10 milhões de barris de petróleo.
O Brasil produz e exporta equipamentos para usinas eólicas, mas elas ainda são pouco usadas. Aqui se destacam as Usinas do Camelinho (1MW, em MG), de Mucuripe (1,2MW) e da Prainha (10MW) no Ceará, e a de Fernando de Noronha em Pernambuco.
Por Prof° Alexandre Guimarães
nicomex@nicomex.com.br
A energia eólica é produzida pela transformação da energia cinética dos ventos em energia elétrica. É a energia mais limpa que existe, sendo uma energia de fonte renovável, porque não se acaba. A conversão de energia é realizada através de um aerogerador que consiste num gerador elétrico acoplado a um eixo que gira através da incidência do vento nas pás da turbina. O vento (fonte da energia eólica) faz girar hélices que movimentam turbinas, que produzem energia.
A única desvantagem deste tipo de energia é que como depende do vento, que é um fenômeno natural, ocorrem interrupções temporárias e a maioria dos lugares não tem vento o tempo todo. Sendo assim, não é toda hora que se produz energia.
A turbina eólica é formada essencialmente por um conjunto de duas ou três pás, com perfis aerodinâmicos eficientes, impulsionadas por forças predominantemente de sustentação, acionando geradores que operam a velocidade variável, para garantir uma alta eficiência de conversão. Há interesse da instalação de turbinas eólicas em locais em que a velocidade média anual dos ventos seja superior a 3,6 m/s. Existem modelos de geração de 1KW/10Metros até 500KW/ 50 metros de altura.
Há atualmente mais de 20.000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo. Os lugares que possuem as melhores condições para a atividade são: norte da Europa, norte da África e a costa oeste dos Estados Unidos. Na Europa, espera-se gerar 10 % da energia elétrica a partir da eólica, até o ano de 2030, e nos EUA – Estado da Califórnia – o aproveitamento dessa energia, economizou mais de 10 milhões de barris de petróleo.
O Brasil produz e exporta equipamentos para usinas eólicas, mas elas ainda são pouco usadas. Aqui se destacam as Usinas do Camelinho (1MW, em MG), de Mucuripe (1,2MW) e da Prainha (10MW) no Ceará, e a de Fernando de Noronha em Pernambuco.
Por Prof° Alexandre Guimarães
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