A última semana de acontecimentos no setor petrolífero começou com a notícia de que a Petrobras poderá fazer prospecção em Cabo Verde. A informação foi motivada por uma declaração do presidente Lula, em visista ao país africano. “Queremos expandir a Petrobras para que ela possa fazer estudos em outros lugares, sobretudo em águas profundas. Conversei com o primeiro-ministro e Cabo Verde tem interesse em fazer estudos em suas águas”, disse Lula. Agora, o presidente afirmou que vai pedir à direção da estatal que inicie conversas com o governo cabo-verdiano.
Ainda na segunda-feira, dia 5, foi divulgado que a maior fornecedora mundial de equipamentos para produção de petróleo iniciou a construção de um centro de pesquisas no Brasil. O investimento está sendo feito no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), local muito elogiado pelo presidente de Tecnologia da FMC Brasil, Paulo Couto, que acredita que o parque da UFRJ tenha potencial para se tornar o maior centro de inteligência mundial sobre a indústria do petróleo.
No dia seguinte, duas notícias sobre as companhias que dominam as manchetes especializadas no Brasil mereceram destaque. A primeira delas envolveu a Petrobras em um levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), dando conta de que a estatal irá liderar, pelo terceiro ano seguido, os investimentos entre as maiores petrolíferas do mundo, caso a capitalização prossiga e ela não perca o grau de investimento. Segundo o estudo, os US$ 44 bilhões previstos para este ano superam em 57% os valores da Exxon Mobil e da Shell, US$ 28 bilhões cada.
A outra notícia relevante da terça-feira, dia 6, trouxe nova atualização dos custos do vazamento de óleo no Golfo do México, arcados pela British Petroleum (BP): US$ 3,12 bilhões. Dois dias depois, logos após o assunto envolvendo o desastre ambiental mudar de foco, para a chegada do óleo ao litoral do Texas, foi noticiado que o presidente-executivo da BP havia se reunido com representantes do fundo soberano de Abu Dhabi, o que corrobora especulações de que um fundo soberano da Ásia ou Oriente Médio poderia injetar capital para ajudar a empresa a arcar com os gastos do acidente.
Petroleiras perdem faturamento
Fechando a semana do setor, na sexta-feira, dia 9, um ranking das maiores empresas mundiais da Fortune ganhou espaço na mídia. Segundo a lista, a queda no preço do petróleo em 2009, recuo na ordem de 38% em relação ao recorde histórico de 2008 – US$ 99,75 -, prejudicando também o faturamento das companhias petrolíferas. A anglo-holandesa Shell, que era a líder na lista de 2009, caiu para o segundo lugar e as americanas Chevron e ConocoPhillips, além da francesa Total não estão mais entre as dez primeiras. Já a Petrobras teve queda vertiginosa e caiu 20 posições no ranking, para 54°.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
Ainda na segunda-feira, dia 5, foi divulgado que a maior fornecedora mundial de equipamentos para produção de petróleo iniciou a construção de um centro de pesquisas no Brasil. O investimento está sendo feito no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), local muito elogiado pelo presidente de Tecnologia da FMC Brasil, Paulo Couto, que acredita que o parque da UFRJ tenha potencial para se tornar o maior centro de inteligência mundial sobre a indústria do petróleo.
No dia seguinte, duas notícias sobre as companhias que dominam as manchetes especializadas no Brasil mereceram destaque. A primeira delas envolveu a Petrobras em um levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), dando conta de que a estatal irá liderar, pelo terceiro ano seguido, os investimentos entre as maiores petrolíferas do mundo, caso a capitalização prossiga e ela não perca o grau de investimento. Segundo o estudo, os US$ 44 bilhões previstos para este ano superam em 57% os valores da Exxon Mobil e da Shell, US$ 28 bilhões cada.
A outra notícia relevante da terça-feira, dia 6, trouxe nova atualização dos custos do vazamento de óleo no Golfo do México, arcados pela British Petroleum (BP): US$ 3,12 bilhões. Dois dias depois, logos após o assunto envolvendo o desastre ambiental mudar de foco, para a chegada do óleo ao litoral do Texas, foi noticiado que o presidente-executivo da BP havia se reunido com representantes do fundo soberano de Abu Dhabi, o que corrobora especulações de que um fundo soberano da Ásia ou Oriente Médio poderia injetar capital para ajudar a empresa a arcar com os gastos do acidente.
Petroleiras perdem faturamento
Fechando a semana do setor, na sexta-feira, dia 9, um ranking das maiores empresas mundiais da Fortune ganhou espaço na mídia. Segundo a lista, a queda no preço do petróleo em 2009, recuo na ordem de 38% em relação ao recorde histórico de 2008 – US$ 99,75 -, prejudicando também o faturamento das companhias petrolíferas. A anglo-holandesa Shell, que era a líder na lista de 2009, caiu para o segundo lugar e as americanas Chevron e ConocoPhillips, além da francesa Total não estão mais entre as dez primeiras. Já a Petrobras teve queda vertiginosa e caiu 20 posições no ranking, para 54°.
Por Matheus Franco
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