A Petrobras deve fazer sua estréia no offshore australiano em novembro. O consórcio que a empresa fazer parte fechou um acordo com a Shell para seção da semissubmersível Songa Venus para perfuração do poço Artemis-1, no bloco exploratório WA-360-P, localizado na bacia australiana de North Carnarvon.
A expectativa da Shell, que afretou a unidade para perfuração de até três poços, é que a sonda esteja liberada entre o início e o final de novembro. A estatal brasileira vai financiar 100% da perfuração do poço pioneiro, até o limite de US$ 41 milhões.
O acordo faz parte da transação fechada em abril entre a Petrobras e MEO Australia para a entrada da estatal brasileira no projeto com 50% de participação, desembolsando US$ 39 milhões. Em caso de sucesso na perfuração, a Petrobras pagará um bônus adicional a MEO no valor de US$ 31,5 milhões e vai financiar a participação da empresa (20%) na perfuração de dois poços adicionais no valor de até US$ 62 milhões por poço.
A MEO permanece como operadora do bloco, ficando com 20% de participação após a concretização do negócio. Os 30% restantes estão igualmente divididos entre as empresas Cue Exploration Pty Ltd e Moby Oil & Gas Ltd, também australianas.
O bloco WA-360-P cobre uma área de 1,2 mil km², com profundidade de água máxima de 500 m, localizado próximo a região de grandes descobertas de gás. A Petrobras tem a opção de se tornar operadora após a conclusão dos trabalhos de perfuração do primeiro poço.
Fonte: EnergiaHoje
A expectativa da Shell, que afretou a unidade para perfuração de até três poços, é que a sonda esteja liberada entre o início e o final de novembro. A estatal brasileira vai financiar 100% da perfuração do poço pioneiro, até o limite de US$ 41 milhões.
O acordo faz parte da transação fechada em abril entre a Petrobras e MEO Australia para a entrada da estatal brasileira no projeto com 50% de participação, desembolsando US$ 39 milhões. Em caso de sucesso na perfuração, a Petrobras pagará um bônus adicional a MEO no valor de US$ 31,5 milhões e vai financiar a participação da empresa (20%) na perfuração de dois poços adicionais no valor de até US$ 62 milhões por poço.
A MEO permanece como operadora do bloco, ficando com 20% de participação após a concretização do negócio. Os 30% restantes estão igualmente divididos entre as empresas Cue Exploration Pty Ltd e Moby Oil & Gas Ltd, também australianas.
O bloco WA-360-P cobre uma área de 1,2 mil km², com profundidade de água máxima de 500 m, localizado próximo a região de grandes descobertas de gás. A Petrobras tem a opção de se tornar operadora após a conclusão dos trabalhos de perfuração do primeiro poço.
Fonte: EnergiaHoje







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