O setor mineral vai discutir a partir desta segunda-feira (26/7) os desafios e demandas que surgirão com a exploração de petróleo e gás no pré-sal. Os debates ocorrerão no 65º Congresso da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, no Hotel Intercontinental no Rio de Janeiro (RJ).
O congresso terá duração de cinco dias e será encerrado na sexta-feira (30/7), com visitas técnicas ao Cenpes, Cepel, CSN e Inmetro. A organização do evento aguarda 1.400 participantes, entre profissionais do setor, acadêmicos e representantes do governo.
O evento, divididos em sessões diárias, terá em seu segundo dia (27/7) debate sob o tema “Pré-Sal: Demandas, Desafios, Desenvolvimentos - Tecnologia e RH”, com a moderação do presidente do Conselho de Administração da ArcelorMittal Brasil, José Armando de Figueiredo Campos. Participarão da sessão executivos do Cenpes, da Usiminas, FMC Technologies AcelorMittal, Gerdau, Tenaris/Confab, entre outros.
No mesmo dia, haverá uma sessão para a apresentação do Plano de Geologia, Mineração e Transformação Mineral 2030, pelo o diretor de Tecnologia e Transformação Mineral do MME, Fernando Freitas Lins. O plano serve como sinalizador para o setor privado, projetando cenários e demandas nos próximos 20 anos.
Fonte: EnergiaHoje
O congresso terá duração de cinco dias e será encerrado na sexta-feira (30/7), com visitas técnicas ao Cenpes, Cepel, CSN e Inmetro. A organização do evento aguarda 1.400 participantes, entre profissionais do setor, acadêmicos e representantes do governo.
O evento, divididos em sessões diárias, terá em seu segundo dia (27/7) debate sob o tema “Pré-Sal: Demandas, Desafios, Desenvolvimentos - Tecnologia e RH”, com a moderação do presidente do Conselho de Administração da ArcelorMittal Brasil, José Armando de Figueiredo Campos. Participarão da sessão executivos do Cenpes, da Usiminas, FMC Technologies AcelorMittal, Gerdau, Tenaris/Confab, entre outros.
No mesmo dia, haverá uma sessão para a apresentação do Plano de Geologia, Mineração e Transformação Mineral 2030, pelo o diretor de Tecnologia e Transformação Mineral do MME, Fernando Freitas Lins. O plano serve como sinalizador para o setor privado, projetando cenários e demandas nos próximos 20 anos.
Fonte: EnergiaHoje







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