A indústria petroquímica e todas as indústrias relacionadas a ela ainda são as grandes propiciadoras de empregos para o Engenheiro Químico. Mesmo assim, há espaço para desenvolvimento de outras áreas, como a que se preocupa com o tratamento de resíduos e com a poluição ambiental.
A petroquímica manda no mundo industrial, e com as novas tecnologias, não há consenso sobre o fim do combustível. Há reservas provadas e prováveis e o horizonte é bastante amplo ainda., todavia, o que tem de se buscar é o uso racional e a reciclagem de materiais.
O tempo de duração do petróleo ainda é muito discutido no segmento e varia muito de autor para autor. Há até estudos que afirmam que o combustível deve durar mais 150 anos ainda. Isso porque cada jazida oferece apenas 30% de sua capacidade, por dificuldades de exploração. Com novas tecnologias, o combustível que sobrou poderá ser explorado.
Outras áreas têm crescido nesse caminho da diminuição do uso de petróleo, como o surgimento das tecnologias em biocombustíveis, como o etanol ou o biodiesel, com utilização mais sustentável que a do petróleo. Nesse ramo, o engenheiro químico pode trabalhar tanto na pesquisa quanto na produção.
Estamos em um momento de transformação, adotando tecnologias limpas, de reciclagem e o futuro está realmente na preocupação com o meio ambiente, utilizando-se matérias-primas sustentáveis.
O engenheiro químico trabalha com os processos de industrialização, e por ser tão genérico é que a profissão tem tantos campos de atuação profissional. Em geral, toda a indústria tem um potencial emprego para o engenheiro químico. E, para dar conta de tantas áreas, a formação é bem pesada durante a faculdade.
Se o leitor tem dúvidas se escolhe cursar química ou engenharia química, deve prestar atenção ao lado profissional: o químico em geral é responsável pelos processos de análise de laboratório. Já o engenheiro fica no chão da fábrica. Podemos pensar no processo de fabricação de azulejos. A pessoa que cuida do controle de qualidade é o químico. A produção é responsabilidade do engenheiro.
Por Alexandre Guimarães, fonte: Nicomex
A petroquímica manda no mundo industrial, e com as novas tecnologias, não há consenso sobre o fim do combustível. Há reservas provadas e prováveis e o horizonte é bastante amplo ainda., todavia, o que tem de se buscar é o uso racional e a reciclagem de materiais.
O tempo de duração do petróleo ainda é muito discutido no segmento e varia muito de autor para autor. Há até estudos que afirmam que o combustível deve durar mais 150 anos ainda. Isso porque cada jazida oferece apenas 30% de sua capacidade, por dificuldades de exploração. Com novas tecnologias, o combustível que sobrou poderá ser explorado.
Outras áreas têm crescido nesse caminho da diminuição do uso de petróleo, como o surgimento das tecnologias em biocombustíveis, como o etanol ou o biodiesel, com utilização mais sustentável que a do petróleo. Nesse ramo, o engenheiro químico pode trabalhar tanto na pesquisa quanto na produção.
Estamos em um momento de transformação, adotando tecnologias limpas, de reciclagem e o futuro está realmente na preocupação com o meio ambiente, utilizando-se matérias-primas sustentáveis.
O engenheiro químico trabalha com os processos de industrialização, e por ser tão genérico é que a profissão tem tantos campos de atuação profissional. Em geral, toda a indústria tem um potencial emprego para o engenheiro químico. E, para dar conta de tantas áreas, a formação é bem pesada durante a faculdade.
Se o leitor tem dúvidas se escolhe cursar química ou engenharia química, deve prestar atenção ao lado profissional: o químico em geral é responsável pelos processos de análise de laboratório. Já o engenheiro fica no chão da fábrica. Podemos pensar no processo de fabricação de azulejos. A pessoa que cuida do controle de qualidade é o químico. A produção é responsabilidade do engenheiro.
Por Alexandre Guimarães, fonte: Nicomex








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