A última semana no setor petrolífero começou com a notícia de que a BP finalmente conseguiu fechar seu poço rebelde e o governo americano o declarou oficialmente selado. Mas para a petrolífera britânica navegar agora a onda crescente de processos e investigações pode ser tão difícil quanto tampar o vazamento. A ação da BP se recuperou um pouco e subiu mais de 30% desde que atingiu o menor valor dos últimos 14 anos no fim de junho. Mas a empresa ainda enfrenta dificuldades com a total incerteza sobre seu futuro nos EUA. Uma proposta aprovada na Câmara dos Deputados dos EUA impediria a BP de obter novos contratos para exploração marítima devido ao seu histórico de segurança.
No dia seguinte, dia 21, a OGX Petróleo e Gás, empresa do grupo do empresário Eike Batista, fez um anúncio de que identificou a presença de hidrocabornetos no poço 1-OGX-20-RJS, no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos, no qual a empresa detém 100% de participação. Segundo informou a petroleira, foi identificada a presença de hidrocabornetos em dois diferentes níveis em reservatórios arenosos que apresentam área com óleo de fato, de aproximadamente 9 a 4 metros, respectivamente. A perfuração do poço OGX-20, chamado de prospecto Tupungato, seguirá até a profundidade total estimada de cerca de 3.650 metros.
Um dia após a notícia de que a BP havia selado seu poço rebelde, executivos da petrolífera britânica fizeram um relato detalhado, com mais de três horas de duração, sobre o incidente e as medidas tomadas à Agência Nacional de Petróleo (ANP), que foi a primeira instituição fora dos Estados Unidos a receber dos executivos da petrolífera britânica.
A pedido da agência, técnicos apresentaram os relatórios da investigação das causas do acidente e as lições aprendidas com o vazamento ocorrido na plataforma Deep Horizon, no Golfo do México, em abril deste ano. Haroldo Lima, diretor-geral da ANP, gostou de conhecer as inovações tecnológicas criadas em tempo recorde para aumentar a segurança da extração no mar.
Duto da Transpetro rompe
Na quarta-feira, dia 22, a Transpetro informou, por meio de comunicado à imprensa, que ocorreu um vazamento de gasolina no duto Osvat 22, na área rural do município de Mogi das Cruzes (SP). O duto foi perfurado por uma máquina de terraplanagem que realizava obras de terceiros no local, sem a devida autorização da companhia. Segundo o informe da estatal, a operação no Osvat foi imediatamente interrompida, para que o Centro de Defesa Ambiental da Petrobras, as equipes de contingência da Transpetro e o Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes trabalhassem no local do acidente. Não houve vítimas, nem feridos e os órgãos ambientais e a ANP foram devidamente comunicados. De acordo com a estatal, mais de 180 mil litros foram derramados.
Por Bruno Hennington
bruno.h@nicomexnoticias.com.br
No dia seguinte, dia 21, a OGX Petróleo e Gás, empresa do grupo do empresário Eike Batista, fez um anúncio de que identificou a presença de hidrocabornetos no poço 1-OGX-20-RJS, no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos, no qual a empresa detém 100% de participação. Segundo informou a petroleira, foi identificada a presença de hidrocabornetos em dois diferentes níveis em reservatórios arenosos que apresentam área com óleo de fato, de aproximadamente 9 a 4 metros, respectivamente. A perfuração do poço OGX-20, chamado de prospecto Tupungato, seguirá até a profundidade total estimada de cerca de 3.650 metros.
Um dia após a notícia de que a BP havia selado seu poço rebelde, executivos da petrolífera britânica fizeram um relato detalhado, com mais de três horas de duração, sobre o incidente e as medidas tomadas à Agência Nacional de Petróleo (ANP), que foi a primeira instituição fora dos Estados Unidos a receber dos executivos da petrolífera britânica.
A pedido da agência, técnicos apresentaram os relatórios da investigação das causas do acidente e as lições aprendidas com o vazamento ocorrido na plataforma Deep Horizon, no Golfo do México, em abril deste ano. Haroldo Lima, diretor-geral da ANP, gostou de conhecer as inovações tecnológicas criadas em tempo recorde para aumentar a segurança da extração no mar.
Duto da Transpetro rompe
Na quarta-feira, dia 22, a Transpetro informou, por meio de comunicado à imprensa, que ocorreu um vazamento de gasolina no duto Osvat 22, na área rural do município de Mogi das Cruzes (SP). O duto foi perfurado por uma máquina de terraplanagem que realizava obras de terceiros no local, sem a devida autorização da companhia. Segundo o informe da estatal, a operação no Osvat foi imediatamente interrompida, para que o Centro de Defesa Ambiental da Petrobras, as equipes de contingência da Transpetro e o Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes trabalhassem no local do acidente. Não houve vítimas, nem feridos e os órgãos ambientais e a ANP foram devidamente comunicados. De acordo com a estatal, mais de 180 mil litros foram derramados.
Por Bruno Hennington
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