O geólogo e consultor sênior da Statoil do Brasil, Jorge Camargo, surpreendeu os participantes do painel “Conhecimento e Tecnologia na Atividade Exploratória”, no último dia da Rio Oil & Gas, ao afirmar que sua geração, formada nos anos 70, deveria ter sido mais ousada em relação à busca de soluções tecnológicas para a atividade. “Tive o privilégio de trabalhar quando a atividade petrolífera arrancava no Brasil. Mas acho que fomos lentos. Poderíamos ter sido mais impacientes, mais ousados”, comentou.
O executivo lembrou que na década de 80, por exemplo, a indústria petrolífera recebeu com ceticismo a chegada da sísmica 3D. “Apenas na década de 90, vimos sua real utilidade”, explicou. O consultor acrescentou que as bases para a sísmica 4D e análise AVO surgiram nos anos 50, mas demorou-se muito a aplicar estas soluções. “Fomos conservadores, nos comportamos como a indústria do petróleo, que é conservadora”, argumentou.
Ao discorrer sobre a Statoil no mundo, inclusive no Brasil, onde a petroleira norueguesa colocará em operação o campo de Peregrino, na Bacia de Campos, no início de 2011, Camargo defendeu o papel da integração na exploração. “É preciso integrar conhecimento geológico ao processo de interpretação sísmica. E integrar o meio acadêmico ao empresarial”, defendeu.
Camargo ainda fez uma convocação aos jovens que desejam ou já ingressaram no mercado petrolífero, em especial na exploração. “A próxima geração também será privilegiada, viverá um momento importante, no qual não há mais petróleo fácil. Eles devem saber que nada agrega mais valor à atividade que a exploração bem-sucedida. E desejo a eles que sejam mais ousados do que fomos.”
Fonte: Energia Hoje
O executivo lembrou que na década de 80, por exemplo, a indústria petrolífera recebeu com ceticismo a chegada da sísmica 3D. “Apenas na década de 90, vimos sua real utilidade”, explicou. O consultor acrescentou que as bases para a sísmica 4D e análise AVO surgiram nos anos 50, mas demorou-se muito a aplicar estas soluções. “Fomos conservadores, nos comportamos como a indústria do petróleo, que é conservadora”, argumentou.
Ao discorrer sobre a Statoil no mundo, inclusive no Brasil, onde a petroleira norueguesa colocará em operação o campo de Peregrino, na Bacia de Campos, no início de 2011, Camargo defendeu o papel da integração na exploração. “É preciso integrar conhecimento geológico ao processo de interpretação sísmica. E integrar o meio acadêmico ao empresarial”, defendeu.
Camargo ainda fez uma convocação aos jovens que desejam ou já ingressaram no mercado petrolífero, em especial na exploração. “A próxima geração também será privilegiada, viverá um momento importante, no qual não há mais petróleo fácil. Eles devem saber que nada agrega mais valor à atividade que a exploração bem-sucedida. E desejo a eles que sejam mais ousados do que fomos.”
Fonte: Energia Hoje







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