Após sete anos de discussões e dois anos de sua aprovação no Congresso, a nova regulamentação do mercado de gás foi assinada pelo presidente Lula na última semana. A nova lei tem como principal destaque a quebra do monopólio da Petrobras na construção de gasodutos, abrindo assim novas oportunidades para investimentos do setor no país. De acordo com o decreto, fica estabelecido um prazo máximo de dez anos para a exclusividade de uso de gasodutos novos no país.
Outra mudança significativa para o setor é a redução do custo para geração térmica por meio de gás natural. O novo nicho permitirá a concretização de planos de investimentos como o anunciado pela BG recentemente, visando a construção de uma planta de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Sul do País. Antes monopólio da Petrobras, dona das redes de gasoduto que cortam o Brasil, o setor poderá ter forte impulso de investimentos, já que deverá ter custos reduzidos.
Em entrevista ao Nicomex Notícias, Mauro Kahn, fundador do Clube do Petróleo, destaca que mais importante do que a quebra do monopólio, é a preocupação do mercado para que os novos gasodutos sejam construídos. “O mercado de gás é altamente promissor, já que é uma fonte de energia abundante no Brasil e com uma ótima equivalência energética, quando comparada a outras fontes”.
Mauro ressalta que somente no futuro poderá ser avaliado se os novos investidores irão demonstrar ou não interesse em participar das futuras licitações. Entretanto, para ele fica claro que o mercado só irá crescer na proporção do aumento da oferta de gás e que isto depende diretamente dos grandes investimentos. “Sou otimista e acho que tudo é uma questão de tempo, o mais importante é que temos muito gás e que nossas reservas, na sua maioria, estão bem próximas do mercado consumidor” – disse.
BG Group estuda novas opções em gás
Atento às mudanças no mercado brasileiro, o diretor executivo da empresa britânica BG Group afirmou durante divulgação do balanço do 3º trimestre que o grupo está em busca de diferentes opções para liquefazer o gás natural que produz a partir da Bacia de Santos. Os regimes de gás natural liquefeito estão sendo estudados. A maior parte do trabalho concentra-se no gás natural liquefeito flutuante, mas a companhia também está olhando o gás natural liquefeito onshore”, afirmou Chapman. Ele previu que os estudos estarão concluídos em 2011.
Por Beatriz Silva
beatriz.s@nicomexnoticias.com.br
Fonte: Nicomex Notícias
Em entrevista ao Nicomex Notícias, Mauro Kahn, fundador do Clube do Petróleo, destaca que mais importante do que a quebra do monopólio, é a preocupação do mercado para que os novos gasodutos sejam construídos. “O mercado de gás é altamente promissor, já que é uma fonte de energia abundante no Brasil e com uma ótima equivalência energética, quando comparada a outras fontes”.
Mauro ressalta que somente no futuro poderá ser avaliado se os novos investidores irão demonstrar ou não interesse em participar das futuras licitações. Entretanto, para ele fica claro que o mercado só irá crescer na proporção do aumento da oferta de gás e que isto depende diretamente dos grandes investimentos. “Sou otimista e acho que tudo é uma questão de tempo, o mais importante é que temos muito gás e que nossas reservas, na sua maioria, estão bem próximas do mercado consumidor” – disse.
BG Group estuda novas opções em gás
Atento às mudanças no mercado brasileiro, o diretor executivo da empresa britânica BG Group afirmou durante divulgação do balanço do 3º trimestre que o grupo está em busca de diferentes opções para liquefazer o gás natural que produz a partir da Bacia de Santos. Os regimes de gás natural liquefeito estão sendo estudados. A maior parte do trabalho concentra-se no gás natural liquefeito flutuante, mas a companhia também está olhando o gás natural liquefeito onshore”, afirmou Chapman. Ele previu que os estudos estarão concluídos em 2011.
Por Beatriz Silva
beatriz.s@nicomexnoticias.com.br
Fonte: Nicomex Notícias







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