A Odebrecht Óleo e Gás (OOG) fechou contratos com as petroleiras Statoil Brasil e Maersk FPSOs Brasil para fornecer serviços de manutenção e montagem nas plataformas que vão operar no campo de Peregrino, na Bacia de Campos. O valor total estimado para os contratos é de US$ 60 milhões por um compromisso inicial de dois anos que pode ser estendido por até seis anos. O diretor superintendente de serviços integrados da OOG, Jorge Mitidieri, explicou que não há um valor fechado para os compromissos, já que os serviços serão feitos de acordo com a demanda nas plataformas. O executivo frisou que os contratos abrangem desde uma simples pintura até a fabricação de módulos e troca de tubulações e que os primeiros serviços poderão começar já em fevereiro.
O acordo representa o início da parceria da OOG tanto com a empresa norueguesa, quanto com a dinamarquesa Maersk. A Statoil terá duas monoboias fixas conectadas ao campo. Essas unidades serão ligadas à plataforma do tipo FPSO (flutuante, para produção, armazenamento e transferência) operada e de propriedade da Maersk. A Statoil detinha 100% de Peregrino e vendeu, em junho, 40% para a chinesa Sinochem, mas o negócio ainda aguarda aprovações governamentais no Brasil e na China. Temos certeza que o contrato chegará a quatro anos e a perspectiva é mantermos parceria pelos seis anos. O navio [a plataforma FPSO] vai operar no Brasil por 20 anos e o objetivo é continuar durante toda essa operação no país, afirmou Mitidieri.
O FPSO do sistema de produção de Peregrino tem capacidade para processar 100 mil barris por dia de óleo e estocar 1,6 milhão de barris. A produção no campo deverá começar no primeiro trimestre deste ano. Peregrino é o maior campo de produção da Statoil fora da Noruega e o primeiro da empresa no Brasil. Mitidieri considerou os contratos fundamentais para a estratégia da companhia de buscar relações de longo prazo com as principais empresas de petróleo com atuação no Brasil. A OOG tem contratos semelhantes com a Shell, que foi renovado pelo quinto ano; com a El Paso, renovado por mais seis meses; e com a Petrobras. Um cliente por ano do porte da Statoil é o que a gente quer, frisou Mitidieri, lembrando que a OOG pretende conversar com todas as empresas internacionais com atuação no Brasil em busca de contratos de longo prazo.
Fonte: O Globo
O FPSO do sistema de produção de Peregrino tem capacidade para processar 100 mil barris por dia de óleo e estocar 1,6 milhão de barris. A produção no campo deverá começar no primeiro trimestre deste ano. Peregrino é o maior campo de produção da Statoil fora da Noruega e o primeiro da empresa no Brasil. Mitidieri considerou os contratos fundamentais para a estratégia da companhia de buscar relações de longo prazo com as principais empresas de petróleo com atuação no Brasil. A OOG tem contratos semelhantes com a Shell, que foi renovado pelo quinto ano; com a El Paso, renovado por mais seis meses; e com a Petrobras. Um cliente por ano do porte da Statoil é o que a gente quer, frisou Mitidieri, lembrando que a OOG pretende conversar com todas as empresas internacionais com atuação no Brasil em busca de contratos de longo prazo.
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