A plataforma Cherne 2, que produz 19 mil barris de petróleo por dia na Bacia de Campos, está com a produção paralisada desde o dia 19 de janeiro, quando um defeito numa bomba de transferência provocou um incêndio de grandes proporções. As labaredas atingiram as válvulas de segurança dos separadores de produção. O fogo começou por volta das 22h. O plano de emergência da Bacia de Campos foi acionado, mas as chamas foram debeladas meia hora depois pela brigada de incêndio da plataforma, que foi instalada, em 1983, a 120 quilômetros do litoral de Macaé.
O fogo destruiu cabos elétricos e de instrumentação da plataforma, entre outros danos. As luminárias próximas ao local do incêndio derreteram. Os barcos de socorro da Petrobras se aproximaram de Cherne 2, mas não chegaram a atuar no combate ao fogo nem houve necessidade de abandono da plataforma. Peritos do Ministério da Marinha foram acionados no dia seguinte para inspecionar Cherne 2. Eles não autorizaram a retomada da produção antes da realização de obras de recomposição do material destruído, sobretudo na parte elétrica, e dos equipamentos de segurança. Duas bombas foram avariadas e outras duas não estão funcionando até conserto do sistema elétrico.
O fogo assustou os 160 petroleiros que trabalham na plataforma, mas não chegou a ocorrer pânico. Todos seguiram para o ponto de reunião para aguardar instruções. Como não soou o alarme de abandono, eles não chegaram a entrar nas cinco baleeiras usadas em caso de abandono de embarcação. Cherne 2, fabricada no Brasil, é uma plataforma fixa e uma das mais antigas em operação na Bacia de Campos.
Fonte: O Globo Online
O fogo assustou os 160 petroleiros que trabalham na plataforma, mas não chegou a ocorrer pânico. Todos seguiram para o ponto de reunião para aguardar instruções. Como não soou o alarme de abandono, eles não chegaram a entrar nas cinco baleeiras usadas em caso de abandono de embarcação. Cherne 2, fabricada no Brasil, é uma plataforma fixa e uma das mais antigas em operação na Bacia de Campos.
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