O termo de Ajustamento de Conduta – TAC, deveria ser um instrumento para somar, mas no setor do GLP se mostra como uma forma de banalizar o setor. Ora como posso assinar um termo de conduta para não vender gás de cozinha para o um setor ilegal se já existe uma Lei Federal que proíbe tal ato. É um absurdo assinar um termo que neste caso se torna um ato de confissão diante a um órgão de fiscalização, se agrava com o crime de prevaricação por parte das autoridades envolvidas. Através destes TAC´s os infratores, aqueles que alimentam o mercado clandestino no Brasil, ganham tempo, ganham redução de multas, ganham impunidades, chegam a ser ...paparicados... por autoridades, e ao assinarem tal termo de compromisso, são destaque na mídia, certamente com matérias pagas.
Enquanto algumas autoridades brincam de fazer a Lei através de seus TAC´s, a população continua pagando caro o gás de cozinha, tragédias são vistas a todo momento com graves acidentes envolvendo botijões vencidos, que acobertados por uma pintura iludem nossos consumidores que colocam dentro de seus lares verdadeiras bombas prestes a explodir.
Temos muito respeito por nossas autoridades, mas não podemos ser solidários com tais absurdos, o setor precisa de mudanças, não de shows, precisamos discutir ações eficazes no combate ao cartel e a verticalização do setor, ações que devem ser ponderadas visando a garantia do abastecimento seguro a população, e não ficar alimentando tais atos e crimes que estão denegrindo um setor, rotulando pessoas serias e comprometidas em atuar dentro de um processo legal.
A falta de respeito com nossa legislação não pode continuar, o Congresso não pode ser ignorado, nossas Leis devem ser cumpridas e aquele ou aqueles que atuam fora da legalidade devem ser punidos, com rigor, seja uma revenda ou uma Companhia, não mais existe limites em nosso setor, e a nossa grande duvida é: até onde chegaremos?
Cordialmente,
Alexandre Borjaili - Equipe UP
Temos muito respeito por nossas autoridades, mas não podemos ser solidários com tais absurdos, o setor precisa de mudanças, não de shows, precisamos discutir ações eficazes no combate ao cartel e a verticalização do setor, ações que devem ser ponderadas visando a garantia do abastecimento seguro a população, e não ficar alimentando tais atos e crimes que estão denegrindo um setor, rotulando pessoas serias e comprometidas em atuar dentro de um processo legal.
A falta de respeito com nossa legislação não pode continuar, o Congresso não pode ser ignorado, nossas Leis devem ser cumpridas e aquele ou aqueles que atuam fora da legalidade devem ser punidos, com rigor, seja uma revenda ou uma Companhia, não mais existe limites em nosso setor, e a nossa grande duvida é: até onde chegaremos?
Cordialmente,
Alexandre Borjaili - Equipe UP
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR







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