A Braskem anunciou recentemente que está alterando sua estratégia de ação com a Pequiven- braço petroquímico da Venezuelana PDVSA. Segundo o comunicado da empresa, a nova configuração prevê mudança de local e redução do investimento necessário para os projetos naquele país. O memorando foi assinado em Brasília, durante encontro entre os presidentes do Brasil e da Venezuela, Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez.
De acordo com a Braskem, “as principais mudanças deverão ocorrer no projeto da unidade industrial de polipropileno sob responsabilidade da Propilsur, que teria sua localização e dimensão alteradas, permitindo manter o cronograma de sua implementação e reduzir em aproximadamente 60% o investimento necessário”. O projeto original previa a instalação de uma unidade de desidrogenação de propano, para sua transformação na matéria-prima propeno, integrada a uma planta de polipropileno com capacidade para produzir 450 mil toneladas/ano, que seria construída no Complexo Industrial de Jose.
Essas mudanças ocorreram principalmente pela retração do mercado internacional de crédito, ocorrida desde o início da crise de 2008 e os altos custos do projeto original, estimados em cerca de US$ 1 bilhão, em dezembro de 2009. Por conta disso, a estatal petrolífera da Venezuela, PDVSA, apresentou uma alternativa de fornecimento de matéria-prima, a partir do Complexo de Refinação de Paraguaná.
Ainda segundo o comunicado, o fornecimento da matéria-prima por parte da PDVSA deverá ser suficiente para construir uma planta com capacidade para 300 mil toneladas/ano de polipropileno, dispensando a necessidade do investimento na unidade intermediária de desidrogenação de propano. Dessa forma, estima-se que o investimento total seria reduzido para cerca de US$ 500 milhões, facilitando a obtenção de financiamento. Os estudos para a nova configuração do projeto Propilsur começarão em 15 dias e o início da operação deverá ser mantido para 2013, caso se confirmem as condições propostas por Pequiven, PDVSA e pelo governo venezuelano.
Ainda segundo o comunicado, o fornecimento da matéria-prima por parte da PDVSA deverá ser suficiente para construir uma planta com capacidade para 300 mil toneladas/ano de polipropileno, dispensando a necessidade do investimento na unidade intermediária de desidrogenação de propano. Dessa forma, estima-se que o investimento total seria reduzido para cerca de US$ 500 milhões, facilitando a obtenção de financiamento. Os estudos para a nova configuração do projeto Propilsur começarão em 15 dias e o início da operação deverá ser mantido para 2013, caso se confirmem as condições propostas por Pequiven, PDVSA e pelo governo venezuelano.








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