A última semana do setor petrolífero começou com notícias relacionadas ao vazamento de óleo no Golfo do México. Na segunda-feira, dia 21, o destaque foi a informação que traz o rescaldo do prejuízo da British Petroleum (BP) para o Brasil. A imprensa internacional divulgou que os problemas da BP nos EUA estão afetando o processo de transferência dos ativos da Devon no Brasil comprados pela companhia britânica em março por US$ 7 bilhões. No mesmo dia, foram atualizados os dados do vazamento de óleo no Golfo. De acordo com deputado democrata Ed Markey, do Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, cerca de 100 mil barris (15,9 milhões de litros) jorram do por dia na região.
Na terça-feira, dia 22, a BP tornou público o custo atualizado do vazamento de petróleo no Golfo do México. Segundo a companhia, o valor já chega a US$ 2 bilhões e os pedidos de indenização já atingiram a marca de 65 mil, 32 mil deles já pagos, numa conta que totaliza cerca de US$ 105 milhões. Na quinta-feira, dia 24, a petrolífera britânica voltou aos jornais com a notícia de que os esforços para frear o vazamento no poço de Macondo sofreram um revés, após um dispositivo submarino ter colidido com uma cúpula de contenção instalada anteriormente no local. O acidente motivou a interrupção do recolhimento de óleo em uma das embarcações utillizadas pela BP.
Os efeitos do desastre ambiental nos EUA continuaram a ser sentidos no Brasil, desta vez no sentido da prevenção a esse tipo de acidente. Na quarta-feira, dia 23, a mídia divulgou os resultados da reunião realizada pela ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira com representantes do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Marinha, Petrobras e de secretarias estaduais de meio ambiente. No encontro, foram debatidas estratégias de prevenção dos riscos da exploração de petróleo no país. Segundo a ministra, está em debate a regulamentação do uso de dispersantes químicos e de fogo para evitar que o óleo se espalhe no mar, o que atualmente não é permitido no Brasil.
Ainda no dia 24, foi noticiado que a Petrobras assinou uma carta de intenções com a Agência de Crédito à Exportação da Noruega (GIEK - Garanti-instituttet for eksportkreditt) com o intuito de promover a colaboração entre as instituições para a identificação de oportunidades de negócios entre fornecedores noruegueses da indústria do petróleo e a estatal brasileira. Com isso, o GIEK aprovou um limite de crédito de até US$ 1 bilhão para financiar a contratação pela Petrobras de bens e serviços de empresas do país nórdico.
Acordo cria maior empresa do mundo de engenharia de óleo e gás
Após anunciar a aquisição da Subsea 7, em acordo que criará a maior empresa do mundo de engenharia de petróleo e gás, a norueguesa Acergy divulgou, na última quinta-feira, dia 24, a data para a conslusão da unificação das empresas: final deste ano ou primeiro trimestre de 2011. O prazo dado respeita um processo que ainda está sujeito à apreciação dos acionistas, aprovações legais e outras condições de praxe. A nova companhia irá manter o nome da Subsea 7, e terá uma unificação também dos acionistas, em medida acordada pelos Conselhos Administrativos de ambos os envolvidos. A Acergy espera que o acordo resulte em uma economia de pelo menos USD 100 milhões por ano.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br
Na terça-feira, dia 22, a BP tornou público o custo atualizado do vazamento de petróleo no Golfo do México. Segundo a companhia, o valor já chega a US$ 2 bilhões e os pedidos de indenização já atingiram a marca de 65 mil, 32 mil deles já pagos, numa conta que totaliza cerca de US$ 105 milhões. Na quinta-feira, dia 24, a petrolífera britânica voltou aos jornais com a notícia de que os esforços para frear o vazamento no poço de Macondo sofreram um revés, após um dispositivo submarino ter colidido com uma cúpula de contenção instalada anteriormente no local. O acidente motivou a interrupção do recolhimento de óleo em uma das embarcações utillizadas pela BP.
Os efeitos do desastre ambiental nos EUA continuaram a ser sentidos no Brasil, desta vez no sentido da prevenção a esse tipo de acidente. Na quarta-feira, dia 23, a mídia divulgou os resultados da reunião realizada pela ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira com representantes do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Marinha, Petrobras e de secretarias estaduais de meio ambiente. No encontro, foram debatidas estratégias de prevenção dos riscos da exploração de petróleo no país. Segundo a ministra, está em debate a regulamentação do uso de dispersantes químicos e de fogo para evitar que o óleo se espalhe no mar, o que atualmente não é permitido no Brasil.
Ainda no dia 24, foi noticiado que a Petrobras assinou uma carta de intenções com a Agência de Crédito à Exportação da Noruega (GIEK - Garanti-instituttet for eksportkreditt) com o intuito de promover a colaboração entre as instituições para a identificação de oportunidades de negócios entre fornecedores noruegueses da indústria do petróleo e a estatal brasileira. Com isso, o GIEK aprovou um limite de crédito de até US$ 1 bilhão para financiar a contratação pela Petrobras de bens e serviços de empresas do país nórdico.
Acordo cria maior empresa do mundo de engenharia de óleo e gás
Após anunciar a aquisição da Subsea 7, em acordo que criará a maior empresa do mundo de engenharia de petróleo e gás, a norueguesa Acergy divulgou, na última quinta-feira, dia 24, a data para a conslusão da unificação das empresas: final deste ano ou primeiro trimestre de 2011. O prazo dado respeita um processo que ainda está sujeito à apreciação dos acionistas, aprovações legais e outras condições de praxe. A nova companhia irá manter o nome da Subsea 7, e terá uma unificação também dos acionistas, em medida acordada pelos Conselhos Administrativos de ambos os envolvidos. A Acergy espera que o acordo resulte em uma economia de pelo menos USD 100 milhões por ano.
Por Matheus Franco
matheus.f@nicomexnoticias.com.br








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