Nas usinas hidrelétricas, a energia tem como fonte principal a queda de água represada a certa altura. A energia potencial que a água tem na parte alta da represa é transformada em energia cinética, que faz com que as pás da turbina girem, acionando o eixo do gerador, produzindo energia elétrica. Depois do represamento da água em reservatórios, esta é direcionada através de tubulações que passam por turbinas que, ao girarem em torno de geradores, produzem energia elétrica, que é conduzida através de redes especiais de alta tensão até as estações de transformação de média tensão. A partir daí, ela é distribuída aos consumidores através de redes de baixa tensão.
Países que possuem uma boa rede hidrográfica e um relevo acidentado são os maiores usuários dessa tecnologia considerada limpa, pois não queima nenhum combustível fóssil (carvão ou petróleo) ou nuclear (urânio) na obtenção de eletricidade. A energia hidráulica tem muitas vantagens, porque não causa grandes impactos ambientais globais, é renovável e muito barata, comparada a outras fontes. O principal problema para o meio ambiente está vinculado à formação do lago do reservatório, que pode causar danos à área inundada, principalmente se estiver coberta por florestas, às vezes cidades inteiras ficam submersas.
A energia hidráulica pode ser considerada alternativa em relação aos combustíveis fósseis, porém no Brasil ela é utilizada em grande escala, devido aos grandes mananciais de água existentes. Também existem as desvantagens, que são: inundação de áreas habitadas causando deslocamentos de populações e destruição da flora e fauna. Atualmente estão sendo discutidas fontes alternativas para a produção de energia elétrica, pois a falta de chuvas está causando um grande déficit na oferta desse tipo de energia.
A maior usina hidrelétrica do Brasil é a de Itaipu (Foz de Iguaçu), que tem capacidade de 12.600 MW. De toda energia gerada no mundo, cerca de 15% é de energia hidráulica, e, só no Brasil, essa quantidade é de 90%.
PCHs – Pequenas Centrais Hidroelétricas
Este sistema é o mesmo utilizado nas grandes hidroelétricas, a diferença é que são sistemas pequenos, de baixa potência (de 10 à 30 MW) e que podem ser instalados em locais próximos a regiões ribeirinhas, aproveitando o fluxo natural de um rio ou riacho, sem acometer um grave desequilíbrio para a fauna e flora do lugar. No Brasil, há a aplicação deste sistema em algumas regiões, principalmente no Sul. Já no Nordeste, este potencial ainda não é muito aplicado.
Países que possuem uma boa rede hidrográfica e um relevo acidentado são os maiores usuários dessa tecnologia considerada limpa, pois não queima nenhum combustível fóssil (carvão ou petróleo) ou nuclear (urânio) na obtenção de eletricidade. A energia hidráulica tem muitas vantagens, porque não causa grandes impactos ambientais globais, é renovável e muito barata, comparada a outras fontes. O principal problema para o meio ambiente está vinculado à formação do lago do reservatório, que pode causar danos à área inundada, principalmente se estiver coberta por florestas, às vezes cidades inteiras ficam submersas.
A energia hidráulica pode ser considerada alternativa em relação aos combustíveis fósseis, porém no Brasil ela é utilizada em grande escala, devido aos grandes mananciais de água existentes. Também existem as desvantagens, que são: inundação de áreas habitadas causando deslocamentos de populações e destruição da flora e fauna. Atualmente estão sendo discutidas fontes alternativas para a produção de energia elétrica, pois a falta de chuvas está causando um grande déficit na oferta desse tipo de energia.
A maior usina hidrelétrica do Brasil é a de Itaipu (Foz de Iguaçu), que tem capacidade de 12.600 MW. De toda energia gerada no mundo, cerca de 15% é de energia hidráulica, e, só no Brasil, essa quantidade é de 90%.
PCHs – Pequenas Centrais Hidroelétricas
Este sistema é o mesmo utilizado nas grandes hidroelétricas, a diferença é que são sistemas pequenos, de baixa potência (de 10 à 30 MW) e que podem ser instalados em locais próximos a regiões ribeirinhas, aproveitando o fluxo natural de um rio ou riacho, sem acometer um grave desequilíbrio para a fauna e flora do lugar. No Brasil, há a aplicação deste sistema em algumas regiões, principalmente no Sul. Já no Nordeste, este potencial ainda não é muito aplicado.
Por Alexandre Guimarães, fonte: Nicomex








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